
Por Claudemir Pereira / Editor do Site
– Uma questão que se impõe, na política partidária da comuna: como vai ficar o PSDB, sem seus principais líderes, a começar por Jorge Pozzobom, Rodrigo Decimo e Guilherme Cortez?
– O primeiro é secretário de Estado (do Sistema Penal e SocioEducativo), o segundo prefeito municipal recém-eleito e o terceiro o presidente da sigla na cidade.
– De certo, por enquanto, é a permanência dos três vereadores, Admar Pozzobom, Givago Ribeiro e Lorenzo Pichinin, e dos dois primeiros suplentes, Juliano Soares e Guilherme Ribas.
– Nenhum deles, sob pena de perder o mandato, por infidelidade partidária, pode legalmente sair antes de março de 2028, o mês da janela partidária (ou da “traição”).
– Diante do inevitável, surge uma questão vital: até lá quem vai presidir a agremiação que, certamente, continuará na base do governo municipal?
– A única informação disponível até o momento é que Admar Pozzobom foi convidado a assumir o cargo. Mas recusou, conforme ele próprio contou a este editor.
– De todo modo, alguém há de ser. E o ungido, com certeza, jogará em dobradinha com o PSD de Eduardo Leite, Pozzobom, Decimo e Cortez. E ponto!
– Situação diferente é a vivida pelo Progressistas (PP), que, porém, terá de se acertar com o União Brasil (UB), com o qual está formalizando a federação União Progressista.
– Internamente, porém, há murmúrios pelo que alguns entendem ser espaço inferior ao tamanho, na Prefeitura. Embora tenha secretarias, vários cargos médios e a vice-prefeita Lúcia Madruga.
– Em todo caso, em reunião recente do Diretório, em que a situação foi revelada, consta que a condição econômica da prefeitura inibe novas reivindicações. Por enquanto.
– Outra questão já em debate no PP é a sucessão interna. E olha que a convenção decisiva acontece só em maio do próximo ano, com a Executiva assumindo em julho.
– O atual presidente, Pablo Pacheco, e ele próprio declarou ao editor, não quer seguir no cargo. Mas aceita, se assim o PP entender, ocupar outra posição na direção. Então, tá. É aguardar.
– Um grupo de militantes do PDT estadual articula a criação de um movimento interno na sigla. Entre os integrantes está o santa-mariense Marionaldo Ferreira, secretário geral da seção local pedetista.
– O pedetismo, ao contrário do PT, por exemplo, rejeita a possibilidade de correntes internas formais. Daí porque a tentativa de estabelecer um “movimento”.
– De todo modo, o nome escolhido para o grupo é Unidade Trabalhista e entre suas lideranças principais está o histórico João Luiz dos Santos Vargas.
– Vargas, relembrando, é ex-prefeito de São Sepé, ex-deputado estadual e ex-conselheiro e presidente do Tribunal de Contas do Estado.
– Para fechar: Paulo Burmann, presidente do PDT/SM, não largou a política, como se especulou (ou boatou). Mas retornou ao consultório, ele que é dentista de formação.
– E mais: no festival de “informações” do entorno da futura reitora da UFSM, Martha Adaime, vem a dica: Burmann poderia ser indicado para diretor do Hospital Universitário, via Ebserh. É?





Obvio que Possoruim não iria assumir, só não foi para outro partido como Possochato porque não pode. Pergunta correta é ‘haverá tucanato na cidade apos a proxima janela de infidelidade?’. Alas, no Brasil até ave com chifres existe.