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NAS INTERNAS. Zucco e o “centrão oportunista”, o desafio de Pablo, que fará Edegar?, decisão de Kittel

O político sucessor de Beto Fantinel e a tentativa (frustrada) de emplacar Falk

Por Claudemir Pereira (com fotos de Reprodução/Divulgação) / Editor do Site

– Praticamente todas as lideranças gaúchas da destra estiveram reunidas na capital, no sábado. Conferiram o ato de lançamento da pré-candidatura de Luciano Zucco ao Palácio Piratini.

– Além de Zucco, do PL, foram confirmados os outros nomes da chapa majoritária: a pepista Silvana Covatti como vice e os pré-candidatos ao Senado, o liberal Sanderson e o novista Marcel van Hattem.

– Outra presença ilustre ao evento político-eleitoral, inclusive para a extrema destra, estava na Casa do Gaúcho (foto acima): o pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro.

– Na presença, inclusive, de militantes graúdos santa-marienses, sobretudo do PL e do PP, líderes da aliança que tem também Novo, Republicanos e Podemos, Zucco alvejou um alvo diferente.

– Sim, além dos habituais, PT, PDT (da adversária Juliana Brizola), foi pra cima também do pré-candidato governista, Gabriel Souza, até aqui mais ou menos poupado.

– Desta vez, não. Entre outras questões, Luciano Zucco qualificou a chapa liderada pelo vice-governador, como um “projeto de centrão oportunista”. Que tal?

– Enquanto isso, em Santa Maria, Pablo Pacheco, o presidente pepista que assumiu a pasta municipal de Relações Legislativas e Projetos Espciais, terá desafios para além da articulação com a Câmara.

– Caberá a ele, por exemplo, a condução de eventuais negociações em torno da, ufa, licitação do transporte coletivo urbano. E olha que o processo até que está mais para o parado que o andando.

– Em todo caso, em algum momento terá que ser dito o óbvio: o transporte até poderá melhorar, mas definitivamente, sem subsídio polpudo a tarifa não se reduzirá. E ponto.

– Já começou a operação que tenta converter a militância petista descontente com a decisão de apoiar Juliana Brizola, em detrimento da postulação de Edegar Pretto (ambos na foto ao lado).

Estrategistas nacionais do PT e seus aliados no Rio Grande do Sul imaginam ser possível que todos os petistas gaúchos possam ser convencidos.

– Que se diga, o próprio Edegar está envolvido no processo. Tanto que já há quem imagine ser possível que assuma a vice-candidatura – embora a disputa a deputado federal seja a mais viável.

– Até mesmo a manutenção do PSol na coligação é tida como possível, apesar da reação inicial. A razão é uma só: a candidatura de Manuela D’Ávila ao Senado é muito mais fácil junta que separada. Então…

– Aliás, sobre tentativa de eleição, o grupo interno do PP santa-mariense, o Renovar, que se autodenomina de “raiz”, bem que tentou, mas não conseguiu emplacar Ewerton Falk, como 1º suplente ao Senado.

– Apesar de apoio de entidades locais e do PP, o apelo não foi acatado e o empresário segue secretário municipal de Turismo, pois não se desincompatibilizou.

– Que se diga: mérito total de Gustavo Saldanha, que de adjunto virou titular da Secretaria de Desenvolvimento Social, em lugar do de novo deputado estadual Beto Fantinel.

– A propósito, Saldanha é em essência um político. Embora jovem, tem largo período de militância no MDB. E até foi candidato a vereador em Santa Maria.

– Com foco em Camobi, responsável por 80% de sua votação, fez 1.197 sufrágios e ficou na suplência no pleito à vereança de 2004. Desempenho que poucos conseguem, mesmo eleitos.

– Para fechar, algo raro. Terminado o prazo de desincompatibilização, vêm à tona algumas pressões ou, no mínimo, questionamentos havidos em torno de possíveis candidaturas.

– Um caso é do prefeito de Agudo, Luís Henrique Kittel, que, antes da metade do segundo mandato, foi inquirido com insistência sobre uma candidatura a deputado estadual.

– Acredite: nem sempre é fácil e sucumbir às pressões é o mais comum. No entanto, Kittel… Bem, confira você mesmo a resposta dele, nas redes sociais:

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3 Comentários

  1. PT. Estes os defensores da ‘democracia’. Alas, não foi a primeira intervenção num estado. Possivelmente também não foi a ultima.

  2. Licitação não resolve problema de falta de dinheiro. Alas, maioria não está ligada no assunto, não sabe o que está sendo licitado. É assumido que tudo continua como está. Se mudar as reclamações possivelmente acontecerão. Se aparecem interessados, obvio.

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