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NAS INTERNAS. Os candidatos da Direita em Santa Maria, os pedetistas em Itaara, Heinze com Marlene

Uma unidade circunstancial entre um destro “raiz” e uma canhota emergente

Por Claudemir Pereira (com fotos de Divulgação) / Editor do Site

– O PDT de Itaara programa para o próximo sábado, na Sociedade Umuarama, um encontro municipal. É o primeiro depois da reconstrução do partido no município.

– Além das questões internas, a eleição de outubro certamente estará na pauta. Inclusive porque imagina-se a presença do vereador santa-mariense Luiz Fernando Lemos, pré-candidato à Assembleia.

– Também deverá ir ao encontro, além dos militantes do município da serra, também Paulo Burmann, presidente do PDT de Santa Maria.

– O ex-reitor da UFSM e ex-candidato a deputado federal e ex-candidato a prefeito, coordena a elaboração do plano de governo de Juliana Brizola, que concorre ao Palácio Piratini.

– A boca do monte terá pelo menos cinco concorrentes direitistas disputando votos locais à Assembleia gaúcha em 4 de outubro, como este editor publicou na coluna que assina aos sábados, no Diário.

– Os principais, na avaliação do escriba, são Jorge Pozzobom, ex-prefeito, ex-deputado e ex-secretário estadual, e Giuseppe Riesgo, ex-deputado e ex-secretário municipal em Porto Alegre.

– São ambos (na foto acima), representando respectivamente o PSD e o Novo, os melhor equipados do quinteto destro da boca do monte, inclusive pelo que já conquistaram.

– Curiosamente, no entanto, até pela expectativa gerada, ambos não têm tarefa fácil. Pozzobom conta com a concorrência de cinco já deputados pessedistas, que concorrem à reeleição.

– Já Riesgo padece do problema oposto: talvez faltem candidatos novistas capazes de garantir votos suficientes para, além de suplantar o quociente eleitoral, tê-los em quantidade tranquila.

– Os outros nomes destros são considerados “outsiders”, cujo desempenho são uma incógnita, casos de Roberta Leitão e Tony Oliveira, ou uma “azarona”, como Marlene Nascimento.

– Os ex-vereadores Roberta (PL) e Tony (Podemos) ainda possuem o “recall” de eleições pretéritas, inclusive a prefeito, caso da liberal, e a deputado estadual, caso do podemista.

– Já a suplente de vereadora Marlene, do PP, é uma surpresa até para seu partido, cujos edis, por exemplo, preferem forasteiros em vez de apoiá-la.

– Ela conta, assim, com o apoio dos seus companheiros do grupo Renovar Direita Raiz, que lidera internamente no PP. Mas pode contabilizar chancela ilustre, a do senador Luiz Carlos Heinze.

– O parlamentar pepista (na foto ao lado, com Marlene Nascimento e também Alan Maciel, outro líder do Renovar) foi acompanhado dela no sábado, em São Martinho da Serra.

– Lá participaram todos da 1ª Exposserra, e Marlene, como informa material enviado, esteve em contato “com lideranças locais, produtores, empreendedores e a comunidade”.

– De acordo com o texto, a pré-candidata acompanhou as atividades da feira e “reforçou o diálogo em defesa do desenvolvimento regional, do agronegócio e da valorização das iniciativas locais.”

– Para fechar, um registro necessário. Não obstante as diferenças ideológicas notórias, sempre há a possibilidade de diálogo entre opostos, mesmo que pontualmente.

– É o que se constata, por exemplo, na ação conjunta (ou, vá lá, complementar) que uniu circunstancialmente o destro Sérgio Cechin (PP) e a canhota Alice Carvalho (PSol).

– Ambos (na foto acima) patrocinam projeto que autoriza academias e similares a ampliar o prazo de vigência dos planos mensais de mulheres.

– A proposta permite que os planos, normalmente válidos por 30 dias, tenham vigência de até 37 dias corridos, sem custo adicional. Quem diz que não é possível juntar opostos, eventualmente?

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2 Comentários

  1. ‘Quem diz que não é possível juntar opostos, eventualmente?’ Numa ‘ação’ inócua e marketeira? Qual politico(a) ‘é contra as mulheres’? E contra ‘o fim do 6×1’? Não aqui, obvio, que não existe competencia, coloquem os opostos a debater segurança publica, tamanhao do Estado ou aborto. Dai o teatrinho desaparece.

  2. Sim, a nulidade do Possochato colocaram na conta da ‘direita’. Mesmo sendo tucano até anteontem. Riesgo é do partido ‘Novo’. Que é liberal na economia, não menciona costumes por exemplo. Riesgo tem praticas e discurso de um politico da decada de 50.

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