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QUALIFICAÇÃO. Vem aí plano para dar ensino técnico a 3,5 milhões de trabalhadores

Será por projeto de lei. Inclusive porque altera várias regras hoje vigentes, inclusive a do seguro-desemprego. Mas será rápido, pois será pedido o regime de urgência, uma prerrogativa do Executivo. Terá a coordenação de três ministérios: Educação, Fazenda e Trabalho.

Ah, e privilegiará, pelo menos num primeiro momento, as áreas consideradas mais carentes de mão-de-obra especializada: construção civil e tecnologia de informação, além de serviços – hotelaria e gastronomia. Os cursos serão realizados por institutos federais de ensino técnico (Santa Maria tem um, a propósito) e pela rede do Sistema S (Senai e Senac estão na boca do monte).

O que é: um superplano de qualificação, e que pode, por suas características, ser também uma das portas de saída dos usuários do Bolsa Família. Ambicioso o suficiente para ser lançado com a devida solenidade pela própria Presidente da República, Dilma Rousseff.

Todos os detalhes podem ser encontrados em excelente material publicado pelo jornal Extra, do Rio de Janeiro. A reportagem é de Geralda Doca e Martha Beck. A seguir:

Dilma lançará programa para dar ensino técnico a 3,5 milhões de trabalhadores até 2014

Para enfrentar um dos maiores desafios da área educacional no país, a qualificação técnica e profissional, o governo lançará nos próximos dias o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), um plano ambicioso que será executado pelos ministérios da Educação, da Fazenda e do Trabalho. O programa prevê, entre outras medidas, treinamento de alunos do ensino médio, de profissionais reincidentes no uso do seguro-desemprego e de beneficiários do programa Bolsa Família, além de incentivos a empresas privadas para formação de seus quadros. A meta é capacitar 3,5 milhões de trabalhadores até 2014, começando este ano com 500 mil.

A iniciativa será lançada pela presidente Dilma Rousseff, em cerimônia no Palácio do Planalto. É a primeira ação concreta de seu governo para tentar solucionar o problema da falta de mão de obra qualificada no país, agravada com o crescimento da economia e da demanda por obras e serviços. Por isso, o foco será nos setores mais carentes de profissionais especializados, como construção civil, tecnologia da informação e serviços (hotelaria e gastronomia, por exemplo)…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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