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Coluna Observatório. “E então Antônio Britto foi para o PPS, de onde Ciro Gomes se mandou!”

A seção “Não custa lembrar”

 

 

Em 26 de maio de 2001:

 

“* Antônio Britto (e companhia) no PPS? Só se ele quiser morrer politicamente no Rio Grande do Sul, como afirmou um peemedebista ao jornalista. Afinal, que estrutura têm os neocomunistas?

* Afinal, para “marcar posição” é que Britto não concorreria ao governo, e esta é a única ambição do PPS, além, claro, de oferecer palanque para Ciro Gomes.

* Sem falar que, até onde se sabe, Britto não é exatamente contra Fernando Henrique Cardoso, o próprio demônio (bem, vá lá, é o discurso), segundo o ex-ministro e ex-governador cearense.”

 

Hoje:

 

E olha que não se passou tanto tempo assim. Afinal, são só oito anos, menos um mês, da publicação das notas acima, na seção “Luneta”. O que aconteceu desde então? Britto foi mesmo para o PPS e, como a coluna prognosticava, morreu politicamente. Até concorreu à reeleição, mas perdeu para Germano Rigotto – o tertius entre o então governador e Tarso Genro. Hoje, Britto é alto executivo na iniciativa privada.

E Ciro Gomes? Este é o único citado então que continua ativa. Mas deixou o PPS e se foi para o PSB e hoje é deputado federal.

 

 

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