Pozzobom volta atrás, segue na CCJ e relata processo contra Anita e Brenner
Depois do enrosco verbal de duas semanas passadas, o tucano Jorge Pozzobom reconsiderou e segue na subcomissão que apura possíveis irregularidades na viagem ao Paraguai, feita no final de 2005, pelo então presidente da Câmara, Júlio Brenner, e pela atual presidente, Anita Costa Beber. Já o peemedebista João Carlos Maciel, que seguiu Pozzobom na decisão anterior, a manteve e está fora.
A questão toda é que, se o tucano mantivesse sua postura anterior, simplesmente estaria fora da principal comissão do Legislativo – a de Constituição, Justiça, Ética e Decoro Parlamentar. Por ela passam, a rigor, todos os projetos. E o tucano, com sua atitude (intempestiva) seria alijado das maiores discussões da Casa. Esta é a razão para sua desrenúncia.
Sobre o assunto, o repórter Thiago Buzatto assina matéria que o jornal A Razão publica nesta quarta-feira. Confira:
Pozzobom volta atrás e
Magali substitui Maciel
Subcomissão que apura processo disciplinar contra vereadores Costa Beber e Brenner foi reconstituída
Duas semanas após a renúncia de dois de seus componentes, o vice-presidente João Carlos Maciel (PMDB) e o relator Jorge Pozzobom (PFL), a Subcomissão de Ética que apura o processo disciplinar contra os vereadores Anita Costa Beber e Júlio Brenner, acusados de viajar ao Paraguai com o carro oficial da Câmara de Vereadores, está novamente reconstituída. Pozzobom, que havia renunciado ao cargo porque o prazo para a entrega do relatório não havia sido prorrogado, voltou atrás em sua decisão e permanece entre os três componentes. Já o pemedebista manteve sua posição e dará lugar na subcomissão e na Comissão de Constituição e Justiça para a também pemedebista Magali Adriano.
Jorge Pozzobom reconsiderou sua decisão para não ter que deixar a CCJ, da qual é presidente. “Continuo relator da subcomissão. Senão teria que me afastar da CCJ”, explica o tucano. Isso porque a Subcomissão de Ética é constituída por três dos cinco vereadores que compõem a Comissão de Constituição e Justiça. De acordo com o Regimento Interno da Câmara de Vereadores, quando um dos vereadores renunciam a qualquer um dos cargos da subcomissão (presidente, vice ou relator), devem também deixar temporariamente a CCJ.
João Carlos Maciel, no entanto, preferiu afastar-se da CCJ do que manter-se como vice-presidente da subcomissão. “Se a gente for defender ética e decoro parlamentar dentro de um poder e contra alguém que…
SE DESEJAR ler a íntegra da reportagem, pode fazê-lo acessando a página do jornal na internet, no endereço www.arazao.com.br, ou na versão impressa, nas bancas nas primeiras horas desta quarta-feira.





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