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Coluna Observatório. “Britto empresário? Não, definitivamente não!”

Observatório recebeu cordial e-mail do empresário e jornalista Edmilson Gabardo. Ele se refere à seção “Não custa lembrar”, publicada na semana passada e que se referia a Antônio Britto. Vale a pena ler. Confira a íntegra:

 

“Prezado Claudemir!

 

Na tua coluna deste final de semana, seção “Não custa lembrar”, tu escreveste que Antônio Britto “virou empresário”. Sei que o ex-governador exerceu a presidência da Calçados Azaléia e o conselho de administração da Brasken, porém sem colocar “um pila” do seu bolso nestes empreendimentos.

 

Em respeito ao trabalho de empreendedores como Cirilo Costa Beber, Lauri Saccol, Ilídio Biachi, Cláudio Zappe, entre tantos outros que investem, geram empregos e riqueza, arriscam seu patrimônio na iniciativa privada, considero constrangedor tratar o Britto como empresário (não obstante os dicionários considerarem o administrador de empresa como tal).

 

Se considerarmos que seu governo emprestou, através do Fundopem, mais de 40 milhões para a Calçados Azaléia, e que posteriormente ele ocupou a presidência desta empresa, podemos questionar o título de empresário.

 

Caludemir, desculpe a ousadia, mas penso que se Britto for tratado como empresário os companheiros presidentes da Petrobrás, Eletrobrás e as outras brás que ainda restam também deveriam ser, o que ficaria bastante estranho pois empresário que não corre riscos em uma economia capitalista, é qualquer coisa, menos empresário.”

 

OBSERVAÇÃO CLAUDEMIRIANA: Gabardo está coberto de razão. E a coluna assina embaixo do que ele escreve. De agora em diante, Britto será tratado, aqui, como político e gestor de empresas. Coisas que ele é. Com certeza.

 

 

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