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Não custa lembrar. De repente, o que era “tampão” ganhou mandato permanente no PMDB

Confira a seguir a nota que publiquei na manhã de 26 de julho de 2007, uma quinta-feira:

“PMDB. Super-reunião do Diretório elege Renato Nicoloso para presidência em mandato tampão

Quorum recorde, 45 dos 60 integrantes, participou da reunião da noite de ontem do Diretório Municipal do PMDB. O fato foi saudado por muitas lideranças, inclusive o deputado Cezar Schirmer, que estava presente. No encontro, foi eleito o novo presidente, que ocupará o cargo até 28 de outubro, data da convenção municipal.

 

O escolhido, como você soube no início tarde, em informação que antecipei

aqui, é Renato Nicoloso, assessor de Schirmer. Foi uma decisão pacificada. O mesmo não se deu, porém, em relação à secretaria geral, o outro cargo vago. Grupo que se reúne em torno de Cláudio Rosa pretendia o cargo para Adelar Santos, assessor do vereador. Houve contraposição, sendo apresentado o nome do superintendente da Corsan, José Viegas. Exatamente por isso, buscou-se um tertius. E ele chegou com a indicação de Antonio Valdir Padilha, líder comunitário.

 

Testemunhas privilegiadas da reunião informaram que o destaque do encontro foi a manifestação de”

Para ler a nota na íntegra, acesse aqui.

 

PASSADO EXATAMENTE UM ANO, o que se supunha então, acabou acontecendo. Renato Nicoloso, que é homem da estrita confiança de Cezar Schirmer foi eleito para um curtíssimo período – até outubro quando, numa costura que foi até a antevéspera, acabou eleito presidente para um mandato efetivo. Mas, para isso, o grupo dominante teve que ceder espaço aos (então) descontentes. Aliás, é assim mesmo a democracia, cá entre nós.

 

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