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Campanha eleitoral. Gilson Piber e a patrulha dos aspones e “puxa-sacos” que ficam à espreita

”… Esta história de Gre-Nal eleitoral com jornalistas, por exemplo, como destacou o colega Claudemir Pereira numa das notas deste site do dia 20 de agosto, cheira a patrulhamento. Para o bem de todos, principalmente o eleitor, seria interessante que essa “ronda” não se proliferasse. Se todos os lados têm a melhor proposta, que o eleitor tenha a sublime liberdade de fazer a sua escolha. Menosprezar a inteligência do eleitor é dar um tiro no próprio pé.

 

Sempre acreditei e sigo acreditando que o sujeito que olha bem na cara da  mulher e dos filhos, bem como encosta a cabeça no travesseiro e dorme em paz com a sua consciência pelos atos praticados, nada tem a temer. Avalio que o mesmo não possa ser feito por alguns aspones e baba-ovos, que sobrevivem do puxa-saquismo e do dedo-durismo. Os tais vivem na sombra e ficam à espreita, patrulhando as ações alheias e, no caso, dos profissionais que trabalham com a informação. Covardia barata, atitude suja e até destruídora em algumas situações. Os ambientes desta cena são os mais variados possíveis. Acreditem, tem gente que ganha a vida assim, dedurando os outros…”

 

 

Os parágrafos acima fazem parte do artigo “A patrulha dos aspones”, escrito por Gilson Piber, jornalista, radialista e professor do curso de Jornalismo da Unifra. É, também, mestrando em Ciências da Linguagem, que cursa na Unisul, em Santa Catarina. Piber é colaborador semanal deste site. Para ler o texto basta ir à caixa de “Artigos”, ao lado, para lê-lo na íntegra. Ele foi postado nesta quinta-feira. Boa leitura!

 

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