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Mas, e a crise? (2)Em contraponto a profetas midiáticos, investidores jogam bilhões no Brasil

Uma das explicações, quem sabe, para o otimismo dos consumidores brasileiros (leia a nota imediatamente anterior, abaixo) talvez seja encontrada além-fronteiras. Os investidores internacionais estão apostando bilhões no Brasil, por conta, dizem eles, da segurança econômica proporcionada pelo País.

 

Há, claro, outras explicações, inclusive por conta do mercado internacional e o jogo que envolvem alguns importantes países emergentes, o Brasil incluído. Para saber mais, dê uma conferida na reportagem de Patrícia Cançado, publicada nesta segunda-feira pelo jornal O Estado de São Paulo. A seguir:

 

“Brasil é o ”queridinho” entre as principais economias emergentes

 

A mineradora sul-africana Anglo American viveu dois milagres econômicos no Brasil. Mas foram necessários 24 anos para apostar de fato suas fichas no País, onde fincou sua base em 1973. Até o ano passado, a operação brasileira da Anglo era a lanterninha entre as dez subsidiárias. A entrada em minério de ferro, com a compra da MMX do empresário Eike Batista, colocou a filial em outro patamar.

Hoje aparece entre os três maiores destinos de investimentos do grupo, ao lado do Chile e da África do Sul. Só essa área vai receber US$ 10 bilhões até 2010, sendo 55% apenas neste ano, um recorde na história da multinacional e talvez o maior desembolso feito por estrangeiros neste ano de uma só vez. “O Brasil entrou no radar da Anglo. A companhia decidiu apostar alto porque quer participar desse crescimento”, diz o presidente da Anglo Ferrous Brazil, Alexandre Gomes.

O “radar” da Anglo dá a medida da importância que o Brasil ganhou no cenário internacional. Entre 2006 e 2007, o País teve o maior crescimento de investimentos diretos estrangeiros entre as economias emergentes, à frente de China, Índia e Rússia, segundo a Unctad, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento. O volume dobrou – saiu de US$ 18,8 bilhões para US$ 37,4 bilhões. Até julho deste ano, encostou em US$ 20 bilhões, o que leva a acreditar que o País deve atingir neste ano o mesmo patamar de 2007, contrariando a tendência mundial, que aponta queda de 37% no fluxo de investimentos.

Quando a expressão Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) foi cunhada pelo banco Goldman Sachs, há sete anos, economistas do mundo inteiro questionaram a presença do Brasil. Até 2006, ainda não havia consenso se o País poderia ou não fazer parte do bloco que dominaria a economia em 40 anos. O banco revisou suas análises e o manteve na lista…”


 

SUGESTÃO DE LEITURA – confira aqui a íntegra da reportagem “Brasil é o ”queridinho” entre as principais economias emergentes”, de Patrícia Cançado, n’O Estado de São Paulo.

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