Sem categoria

VIOLÊNCIA URBANA. Relator de CPI, Pimenta quer discutir a epidemia do crack como causa

Petista santa-mariense pretende centrar a discussão na epidemia de crack
Petista santa-mariense pretende centrar a discussão na epidemia de crack

Nesta semana, começa oficialmente a Comissão Parlamentar de Inquérito que, na Câmara dos Deputados, vai debater a violência urbana e suas causas. O relator é o santa-mariense Paulo Pimenta, do PT, que tem experiência anterior no mesmo cargo em CPIs que trataram do Crime Organizado (no Rio Grande do Sul) e do Tráfico de Armas (na Câmara).

Agora, na primeira reunião, Pimenta deverá apresentar seu plano de trabalho. Que será focado, especialmente, na epidemia de crack – que ele acredita seja uma das causas principais da violência urbana. A propósito, confira material distribuído pela Agência Câmara de Notícias, com foto de Fabrício Carbonel. A seguir:

Relator quer discutir crack como causa da violência urbana

Paulo Pimenta quer recuperar propostas das CPIs do Sistema Carcerário, de roubo de veículos e de roubo de cargas.

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Violência Urbana, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), quer que o foco das investigações da comissão seja o aumento do consumo de crack no Brasil. “Por ser uma droga barata, que se popularizou com facilidade, por transformar o usuário em dependente compulsivo, que usa a droga várias vezes por dia, e passa a delinquir e a furtar, há uma relação direta entre o uso do crack e o aumento da violência e da criminalidade no País.”

Paulo Pimenta fará a proposta na reunião da terça-feira (25), que vai definir o roteiro de trabalho da CPI. Ele destaca ainda que a comissão, instalada na última terça-feira, será técnica e sem disputa partidária. “É uma CPI técnica que não terá disputa eleitoral. O presidente Michel Temer está correto quando define a segurança pública como um dos trabalhos prioritários da Casa no segundo semestre.”

Profissionais de segurança

O parlamentar quer discutir também uma proposta que estabeleça um piso salarial nacional para os profissionais da área de segurança pública.

Pimenta pretende recuperar propostas e encaminhamentos recentes apresentados por três CPIs: a do Sistema Carcerário, a de roubo de veículos e a de roubo de cargas.

Na comissão, o relator contará com parlamentares que têm trajetória na área de segurança pública, como o presidente da CPI, Alexandre Silveira (PPS-MG), e o vice-presidente João Campos (PSDB-GO), delegados de polícia; Raul Jungmann (PPS-PE), ex-presidente da Comissão de Segurança Pública; Domingos Dutra (PT-MA), que foi relator da CPI do Sistema Carcerário; e Carlos Sampaio (PSDB-SP), integrante do Ministério Público de Campinas, no interior de São Paulo.”

Leia também

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

2 Comentários

  1. Que o consumo de crack está insuportável no País (e especificamente no nosso caso, Santa Maria), isso tudo mundo está “careca” (com o perdão do trocadilho, he he he)de saber,…mas o que eu realmente quero saber é qual será o resultado prático desta CPI? O que os “nobres” deputados irão fazer (ou ao menos contribuir) para diminuir a violência endêmica em nosso País?

  2. Claudemir, olha só; é mais uma CPI que não vai dar em nada; só para “Inglês ver” e para fazer “média” com a população e com a mídia,…pode escrever!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo