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ELEIÇÕES 2010. Tarso sai antes do ministério, entra em férias e começa a campanha

Tarso Genro: três meses antes, a retirada. Depois, férias e campanha
Tarso Genro: três meses antes, a retirada. Depois, férias e campanha

O gaúcho (e santa-mariense por nascimento político) Tarso Genro, do PT, ministro da Justiça, provavelmente será o primeiro candidato a algo em 2010 que deixará o Governo Federal. A idéia dele é se retirar da função hoje exercida até o final do ano, pelo menos três meses antes do prazo máximo previsto pela legislação.

Logo após sair do ministério, Tarso pretende entrar em férias. E, depois, tudo será campanha eleitoral. Ou pré-campanha, até a oficialização, pela convenção do partido, em junho. Quem conta mais detalhes é o jornalista Josias de Souza, da Folha de São Paulo. A foto é de Antonio Cruz, da Agência Brasil. Acompanhe:

Tarso deixará o ministério da Justiça em dezembro

O ministro Tarso Genro (Justiça) pretende deixar o governo três meses antes do prazo legal.  Candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul, Tarso teria de deixar o ministério até 2 de abril de 2010. Sairá no final de dezembro.  “Já falei com o presidente Lula. E não obtive nenhum sinal de negação. Será bom para o governo e para mim”, disse o ministro ao blog.

Tarso deseja tirar alguns dias de férias. Depois, vai priorizar a campanha. Pretende correr o Estado. Desde logo, tenta pôr de pé a coligação que dará suporte a sua candidatura. “Nós queremos fazer uma aliança com PDT, PSB e PDT”. O vice de Tarso deve vir do PDT. O nome? “Cabe ao partido decidir”, disse o ministro. O mais cotado, apurou o repórter, é o deputado federal Vieira da Cunha.

Se possível, Tarso agregará à sua caravana outras legendas que, em Brasília, gravitam na órbita de Lula. “Estamos abertos a uma composição com PTB, se o partido sair do governo Yeda [Crusius, do PSDB], além de legendas como o PR e o PP”.

No Rio Grande, o PT não se bica com o PMDB. São adversários históricos. A anunciada aliança nacional em torno de Dilma Rousseff não deve se reproduzir no Estado. O PMDB ainda não definiu o nome do seu candidato. Está dividido entre o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, e o ex-governador Germano Rigotto…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outras notas e artigos produzidos e/ou comentados pelo jornalista Josias de Souza, da Folha de São Paulo.

 

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2 Comentários

  1. É! MAIS UMA CAMPANHA A VISTA!
    E NESSA EM PARTICULAR SERÁ A PROVA DO QUE O PT É CAPAZ!
    VAMOS VER O QUANTO O PMDB DAQUI SEGURA A YEDA E SE FAZ MAIS UMA VEZ A SUA POLÍTICA EM CIMA DO MURO!
    ESSA CAMPANHA IRÁ MOSTRAR FORÇAS!
    OLHA Q O PP TA AE! O PSB VEM TAMBÉM!
    PETEZADA A POSTOS PORQUE DESSA VEZ VAIO SER BONITO O PÁREO!

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