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ENTÃO, TÁ! (2). Bons (e muitos) minutos de razão para explicar a parceria em torno de Dilma

Até chegar à urna eletrônica, não faltará proselitismo à disposição do eleitor
Até chegar à urna eletrônica, não faltará proselitismo à disposição do eleitor

Claro que há, vamos conceder, boas razões políticas a explicar a aliança entre PT, via Dilma Rousseff, e PMDB, com Michel Temer, para uma dobradinha visando vencer a eleição presidencial de 2010. Uma delas é, claro, a vontade expressa pelo padrinho da dupla, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Outra poderia ser a própria parceria no governo federal e no congresso, hoje. E mais algumas, se alguém quiser procurar, poderão ser enconbtradas.

Tudo bem. Mas não é só isso. Há motivos bastante práticos que ajudam a entender o empenho do petismo em geral e de Lula em particular para formar a aliança. E até trazer mais partidos menores para o condomínio. O principal deles, com certeza, é o tempo (enoooorme) a ser utilizado na campanha eletrônica via rádio e televisão. Uma reportagem que explica bem isso está na versão online da Folha de São Paulo (com informações da Agência Brasil), e ainda com o acréscimo de uma elucidativa nota publicada por Josias de Souza, do mesmo jornal. Dê uma conferida, e entenderá:

 “União PT-PMDB dobra tempo de TV de Dilma em 2010

O pré-acordo eleitoral formalizado ontem entre o PT e o PMDB para as eleições 2010 vai garantir à pré-candidatura à Presidência da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), o dobro de tempo de propaganda gratuita na TV, informam Letícia Sander e Fábio Zanini em reportagem publicada nesta quarta-feira na Folha (íntegra disponível somente para assinantes do jornal ou do UOL).

O interesse do PT está no fato de o PMDB ser hoje a principal legenda do país, com o maior número de prefeitos e congressistas. Por isso, tem o maior tempo de TV no horário eleitoral gratuito da campanha.

Segundo a reportagem, o PMDB pode chegar a ter 16% do tempo semanal de propaganda na TV. O PT teria 15% e o PSDB, 13%. Isso levando em consideração a hipótese de sete candidaturas à Presidência: Dilma, o governador José Serra (PSDB-SP), a senadora Marina Silva (PV-AC), o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) e mais três candidaturas de partidos nanicos…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SUGESTÃO ADICIONAL – confira também a NOTA “Mega-aliança de Dilma terá 7 partidos e o dobro de TV”, do jornalista Josias de Souza, da Folha de São Paulo.

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