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O GOLPE”. Bruno Lima Rocha, mídia e o recuo de Yeda – que não foi aos esteites

“…De minha parte considero um exagero. Somente a mídia mais palaciana chegou a considerar a possibilidade real de “golpe”. Em tese o movimento paredista aconteceria quando o presidente da Assembléia Legislativa, deputado estadual Ivar Pavan (PT-RS), considerasse vacante o Poder Executivo, uma vez que a titular estaria fora e o vice fosse impedido de assumir. Uma manobra judicial garantiria a entrada de Feijó no Palácio, e simultaneamente, seguiria o bombardeio midiático para cima da governadora eleita. Ainda segundo a fonte palaciana, a ofensiva jurídica partiria do brioso Fórum de Servidores Públicos, entrando com ação para que Feijó tomasse posse. A maré de defesa anti-golpe veio junto de mais um problema sério na relação entre o patrimônio público e a vida privada de Yeda.

Toda semana tem alguma difusão ruim de sua imagem. A penúltima, além da confusão na CPI do Impeachment (no bate boca entre os deputados estaduais Raul Pont/PT e Zilá Breitenbach/PSDB), foi a divulgação da compra de móveis, com verba pública, para sua residência privada uma vez que nem ela e nem sua família vivem na ala residencial do Palácio Piratini. Segundo a análise midiática do Executivo provincial, o bombardeio viria seguido do abandono. E, esta carga somada com os depoimentos “espontâneos” de Feijó ao MPF, poderiam criar um clima de…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “No Rio Grande, houve um surreal intento de “golpe””,  escrito pelo jornalista e cientista político Bruno Lima Rocha, colaborador habitual deste site, onde faz reflexões sobre a mídia, entre outros temas. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

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