Na Argentina, para ficar nos irmãos mais próximos, a TV por assinatura (cabo, especialmente) chegou muuuito antes do Brasil e se consolidou, obtendo (inclusive por razões econômicas) um espaço pra lá de importante no mercado televisivo.
No Brasil, onde a coisa começou só há coisa de 15 anos, ainda engatinha. Especialmente porque não há uma regulamentação muito clara e, a que existe, só beneficia (até hoje a Anatel está de cócoras aos peradores e não consegue impedir a cobrança por pontos extras, por exemplo) os monopolistas Net (cabo) e Sky (satélite). Mas há um crescimento importante registrado. E poderia ser ainda maior, não fosse alguma coisa absurdamente cara para o consumidor.
Sobre o aumento exponencial na base de clientes, verificado nos últimos tempos e particularmente neste ano, acompanhe material produzido pela Agência Brasil. A reportagem é de Sabrina Craide. Confira:
“Mais de 9 milhões de casas brasileiras têm TV por assinatura, segundo Anatel
O número de domicílios que têm TV por assinatura já chega a 9.396.548, com 322 mil novos assinantes em outubro. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em 2010 o setor acumula crescimento de 25,7%, com 1,9 milhão de novos assinantes no ano.
Considerando o número médio de pessoas por domicílio, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é 3,3 pessoas, os serviços de TV por assinatura são distribuídos atualmente para cerca de 31 milhões de brasileiros.
Em outubro, o serviço de TV por assinatura via satélite (DTH) foi o que mais cresceu, com aumento de 6,5%. Os assinantes que recebem os serviços via TV a cabo cresceu 1,5% e as operadoras de TV por assinatura via micro-ondas (MMDS) perderam 1,4% da base de assinantes no mesmo período…”
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