CRÔNICA. Máucio foge da análise. E faz uma proposta curiosa à amiga psicanalista

“…Convivo com uma amiga psicanalista e absorvo noções de Freud, Jung e Lacan. Tem uma coisa, porém, que me incomoda nesta relação. Numas três ou quatro oportunidades ela falou que eu deveria fazer análise. Confesso que na primeira vez levei um susto, depois relaxei e gozei. O pior de tudo é que ela faz essa colocação nos momentos mais inoportunos possíveis: na hora do chimarrão, no botequim e até mesmo durante um velório.

Não sou contra os analistas, mas daí a usar nossa proximidade pra fazer sedução profissional acho uma demasia. Seria o mesmo que um cabeleireiro volta e meia me dizer que devo mudar meu penteado, ou um amigo arquiteto, do nada, dizer que preciso construir uma casa nova. Percebem?  Um colega me contou que o analista ficou fascinado com seu quadro clínico, a ponto de fazer de tudo para que não interrompesse as consultas. Parecia que ele vibrava por dentro a cada sessão e não conseguia disfarçar.

Fico a imaginar como seria um churrasco só de psicanalistas. Deve ser uma loucura! Eu não chegaria ao ponto de…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Humor e Psicanálise”, de Máucio, colaborador semanal deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.



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