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VIOLÊNCIA URBANA. CPI quer o apoio do governo, MP e Judiciário para apurar crimes de Manaus

Pimenta (com Vanessa Graziotin, do PC do B) esteve em Manaus ouvindo autoridades
Pimenta (com Vanessa Graziotin, do PC do B) esteve em Manaus ouvindo autoridades

É, de fato, uma situação complcada. O acusado é ex-deputado. E os crimes são medonhos. Tudo isso em Manaus, capital do Amazonas, onde testemunhas e autoridades são ameaçadas. O cara era muito influente e, digamos, de instintos os piores possíveis.

A situação foi vista bem de perto pela CPI da Violência Urbana que, através do relator, o deputado santa-mariense Paulo Pimenta, e a amazonense Vanessa Graziottin (PC do B), ficou dois dias no Norte. Mais detalhes, inclusive o que os parlamentares estão sugerindo, você encontra em reportagem publicada no sítio especializado Congresso em Foco. O texto é assinado por Edson Sardinha, com foto de Ricardo Lopes, da assessoria da CPI. Confira:

CPI quer apoio federal para investigar ex-deputado

A CPI da Violência Urbana vai pedir apoio ao Ministério da Justiça, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para aprofundar as investigações sobre os crimes atribuídos ao ex-deputado estadual do Amazonas Wallace de Souza. O relator da CPI, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), esteve esta semana em Manaus, onde ouviu autoridades locais a respeito das ações da organização criminosa da qual Wallace é acusado de liderar.

Seis testemunhas de crimes atribuídos ao grupo do ex-deputado foram assassinadas no último mês, desde que Wallace e seu filho Raphael foram presos, acusados de comandar uma organização que usava a estrutura da Polícia Militar para a prática de crimes como assassinato, extorsão e tráfico de drogas. Cinco das seis vítimas foram mortas após prestarem depoimentos à polícia e ao Ministério Público.

Wallace foi cassado pela Assembleia Legislativa do Amazonas, suspeito de ter participação no assassinato de nove pessoas. Os crimes atribuídos ao então deputado estadual eram exibidos num programa de TV apresentado por ele. O caso veio à tona em reportagem veiculada no programa Fantástico, da Rede Globo.

“Trata-se de um caso muito maior, uma organização criminosa que tem forte presença no tráfico de drogas, influência comprovada dentro da estrutura policial no estado, com espaços na mídia, e que exige inclusive uma investigação sobre a possibilidade de comprometimento de segmentos do Judiciário e do Ministério Público”, disse…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outras reportagens publicadas pelo sítio especializado Congresso em Foco.

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