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MENSALÃO DO DEM (2). E o ex-comunista Roberto Freire, presidente do PPS, quem diria, tem que se explicar

 

Roberto Freire? Hein? O incorruptível matador do antigo partidão? Não, ele, não. Com certeza
Roberto Freire? Hein? O incorruptível matador do antigo partidão? Não, ele, não. Com certeza

O PSDB, tão rápido quanto possível, DEIXOU o time do governador José Roberto Arruda, o protagonista (são todas as evidências) do “Mensalão do DEM”. E tenta se safar das acusações que pesam sobre um dos integrantes do governo do DF, que é tucano e, mais que isso, até se portava como possível candidato ao Senado, em 2010. Trata-se, no caso do (ex)Secretário de Obras, Márcio Machado.

Obviamente, além do interesse público, o tucanato está justificadamente pensando em si mesmo. Afinal, estar com o DEM neste momento pode ser extremamente perigoso, tendo em vista a corrida presidencial. Também são individualistas (e faz sentido, nessa hora, em que os ratos abandonam o navio) as outras siglas coligadas e que, enfim, governam com Arruda o Distrito Federal.

Mas um caso chama a atenção deste (nem sempre) humilde repórter. Que custa a crer que o padrão de moral Roberto Freire, presidente e líder maior do PPS, sucedâneo do Partido Comunista Brasileiro, e que já não é comuna há muuuito tempo, pode estar sendo incluído em tamanha vilania. Isso não é justo. Claro que o homem BRADOU a todos os pulmões, os deles e dos antepassados, mas está difícil convencer a opinião pública de que os ex-comunistas brasilienses são a última flor de Lácio.

Agora, que está difícil não há dúvida. Especificamente sobre a situação do PPS, acompanhe o material publicado portal Yahoo Notícias, com informações da Agência Estado. A foto é de Elza Fiúza, da Agência Brasil. Confira:

Vídeo da propina no DF envolve secretário do PPS

A investigação do chamado “mensalão do DEM”, no Distrito Federal, inclui um vídeo em que a diretora de uma empresa acusa o PPS de praticar chantagem e pedir propina para manter um contrato de R$ 19 milhões com a Secretaria de Saúde, comandada pelo deputado Augusto Carvalho, filiado ao partido. Parte do dinheiro, segundo o diálogo, teria sido destinada ao presidente da legenda, ex-deputado Roberto Freire (SP). O PPS anunciou ontem a saída da gestão do governador José Roberto Arruda (DEM), acusado de montar o esquema de corrupção que arrecadava propinas e distribuía o dinheiro entre secretários e deputados distritais da base aliada.

A declaração que compromete o partido foi feita pela diretora comercial da Uni Repro Serviços Tecnológicos Ltda, Nerci Soares Bussamra, em conversa com Durval Barbosa, então secretário de Relações Institucionais do governo e autor da gravação. No diálogo, ela afirma que Fernando Antunes, presidente do PPS-DF e subsecretário de Saúde, achacou a empresa por meio de uma auditoria nos contratos e pediu dinheiro para o PPS. Segundo ela, Antunes afirmou: “Eu só queria que vocês ajudassem o partido.” A Uni Repro recebe R$ 1,6 milhão por mês para prestar serviços gráficos à pasta da Saúde.

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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