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NOVO VESTIBULAR. Decisão na UFSM, que seria hoje, é adiada para 1° de julho

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão decidiria hoje de manhã, em reunião extraordinária convocada na última sexta, sobre a forma como serão selecionados os próximos alunos da Universidade Federal de Santa Maria. Ficou tudo, porém, para o dia 1°. Saiba em que circunstâncias e por que se deu essa mudança, no material produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM. A seguir:

Apreciação e votação do novo processo seletivo da UFSM será dia 1º

A decisão sobre o novo processo seletivo da UFSM foi transferida para o dia 1º de julho. O acordo entre DCE e Administração Central ocorreu após manifestação do Diretório Central dos Estudantes (DCE) na manhã desta terça-feira, 22 de junho, no hall da Sala dos Conselhos da UFSM. Os estudantes manifestavam-se para que não houvesse a reunião extraordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), em que seriam apreciadas e votadas as modificações no Vestibular. A sessão dos Conselhos desta terça-feira havia sido aprovada na plenária ocorrida sexta passada, por 31 votos a favor e 9 contra.

Também ficou acertado entre as partes que a proposta encaminhada pelo Diretório Central dos Estudantes fosse encaminhada para as Comissões do CEPE (Comissão de Legislação e Normas e Comissão de Ensino, Pesquisa e Extensão), o que já foi feito pelo reitor Felipe Müller.

Segundo o dirigente da UFSM, a preocupação é com os…”

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Um Comentário

  1. Que bom que desta vez vocês lembraram de nos convidar para algo. Pois no caso do projeto de nova forma de ingresso, vocês esqueceram, o que é a regra e não a exceção.
    E quanto aos ‘militantes virtuais’ como escrevi no post abaixo, me aponta uma luta estudantil em que não estivemos presentes.
    Realmente não participamos da construção (houve isso???) até porque não fomos avisados de construção nenhuma (para variar, né?!).

  2. Caro Mário
    Mais uma vez você prova o quanto é informado:
    1 – Este ano, mesmo com candidatura única à Coordenação das Ciências Sociais, HOUVE SIM ELEIÇÃO, pois nós, diferentemente de uns e outros, acreditamos de verdade na necessidade da democracia, e não apenas da boca pra fora.
    2 – Nós fomos o ÚNICO Diretório Acadêmico da UFSM que consegui implementar o BOICOTE AO ENADE, tirado em Conselho de DAs, mostrando que somos contra as políticas neoliberais entreguistas do governo do PT, com o qual muito provavelmente, pelas sua criticazinha rasa, você deve se identificar. Realizamos sim, excursão pro ERECS 2010, e conseguimos trazer o evento para Santa Maria em 2011, mesmo sendo a menor delegação do Encontro, pois acreditamos na necessidade do debate e da politização dos estudantes. Isso, entre outras coisas. Então, não me venha dizer que não fazemos nada no DA, e se você acha que os grupos que você apóia podem fazer melhor, no segundo semestre tem eleição pro Diretório. Montem uma chapa e venham dsputar politicamente com a gente.
    3 – Nós disputamos 3 eleições para o DCE, e ao contrário de ‘até onde você sabe’, nós fizemos mais votos do que na eleição anterior, e isso fazendo uma campanha limpa, sem trapaça e mal-caratismo, como ocorreu com as outras duas chapas (boca de urna, discurso do ‘voto útil’…)
    4 – O velho Marx dizia que a prática é o critério da verdade. Desafio você a me indicar uma única luta estudantil na qual nós não estivemos presentes desde nosso surgimento enquanto grupo. Mas e você, milita onde? Cadê sua prática? CC de governo não vale! Então, creio ser melhor guardar adjetivos de quem não tem argumento, como ‘socialistas de boutique’ para você!
    5 – Com todos os erros de informação que você tem, é melhor procurar outra fonte. Talvez a Veja combine mais com você.

  3. @Ciro Oliveira

    Já que fui citado.

    Oliveira, conheço o movimento estudantil e dediquei muito tempo na minha graduação pra ele.

    E até moro com pessoas das Sociais e sei que vocês não conseguem fazer nada lá, além de excursão,nem eleição pra coordenação os estudantes tem mais naquele curso.

    Digo mais, o grupinho de oposição conhecido como esquerdofrênicos(psol/pstu/pcc)já existia na minha época. Até onde sei, fizeram menos votos na última eleição do que na anterior.
    Legitimam aquele gritinho de ordem: “só se resume, se resume, se resume.”

    Ora…vão trabalhar…socialistinhas de butique*. Apresentem alguma coisa interessante, talvez assim consigam pelo menos não encolher mais ainda!

    Obs.: Incrível como tem gente que faz questão de perseguir o estereótipo de esquerda!

    * Butique não, brechó. Pós-moderno adora brechó e Los Hermanos!kkkkkk!!!

  4. Como é bom ver os militantes virtuais do MCC(ou seria PRUJ) ávidos por um debate. Portanto convido-os para o debate “Formas de ingresso na UFSM e os impactos no ensino médio: duas propostas em questão”, logo mais as 17 horas no prédio 17 no auditório Sérgio Pires.

    Ciro, se O MCC tivesse participado da construção do ATO(e do mesmo), saberia que o REBELE-SE é um movimento que esta se criando no CESNORS. Só isso que tenho a dizer, não sou muito das virtualidades e sim da REALIDADE

  5. Primeiro é importante colocar que o debate não é o MCC, mas as formas de ingresso a Universidade. Que a proposta do DCE é minimamente melhor que da Reitoria sabemos, mas é elitista tanto quanto a outra aderindo ao ENEM, o que é claramente plausível visto a atual gestão que aprova as políticas educacionais do governo federal que sabemos, sucateia a universidade, mas, além disso, caem em uma enorme contradição que legitima o processo antidemocrático da Reitoria e não avança em nada para a Universidade Popular que tanto reivindicam mas que concretamente nada constroem. Se interessa-se realmente a construção de uma proposta com amplo debate, esse, avançaria para além dos muros da universidade, o que o Ciro e Mathias colocam não é apenas a critica por nós, do MCC, não termos participado da construção assim como a grande maioria dos estudantes que participam dos D.A’s, mas a sociedade não foi sujeito participante dessa proposta e sabemos que nesse curto prazo seria impossível realizar essa reflexão. Esse era o quadro então qual era a posição que o movimento estudantil deveria tomar? Pautar pela ampliação no tempo e debate, como o fez quando assinou o documento tirado na Plenária na SEDUFSM. Se o DCE acredita que apresentando uma proposta que legitima a reitoria, fragmentando os grupos do ME e usando de demagogia, que seja pelo menos sincero colocando que sua proposta também é elitista, foi construída por meia dúzia de estudantes e que de forma alguma caminha para a concepção política de Universidade Popular.

  6. Caro Mario Cesar

    Vamos esclarecer algumas coisas, já que, aparentemente, você conhece tanto do Movimento Estudantil em Santa Maria quanto eu sei dos planctons da zona abismal.

    1- “REBELE-SE CONTRA O AUTORITARISMO” não é nome de movimento, mas apenas uma frase em um cartaz, inclusive escrito pelo DCE
    2- O Movimento Contrução Coletiva (MCC) é um grupo pequeno sim, que existe há pouco tempo na UFSM, diferentemente dos grupos que se alternam há décadas na dirigência do DCE: a direita (que só aparece em tempos de eleição) e os grupos que dirigem o DCE atualmente (Reconquistar a UNE e Kizomba, ligados as correntes internas do PT, Articulação de Esquerda e Democracia Socialista, respectivamente.
    3 – O MCC, juntamente com o grupo A Hora é Essa e o Diretório Acadêmico da Educação Física, conquistaram mais de 600 votos ná última eleição para o DCE, representando quase um terço do total de votos somados pela atual direção do DCE (e isso considerando que não tivemos recusrsos financeitros para nos deslocarmos até o CESNORS, onde os grupos que dirigem o DCE são hegemônicos por terem acesso à máquina), de modo que somos sim uma força representativa na UFSM, e não ‘militantes de orkut’.
    3 – Apesar de sermos um grupo pequeno, nos pautamos pela combatividade e pela luta rumo a uma Universidade Popular, que supere o modelo atual, e esta luta passa pela democratização da forma de acesso à Universidade, de modo que não abrimos e não abriremos mão de participar deste processo.

    OUSAMOS LUTAR QUANDO A REGRA É CEDER!

    Ciro Oliveira
    Movimento Construção Coletiva – MCC
    Diretório Acadêmico das Ciências Sociais e Sociologia

  7. Caro Lotário e cia.
    Que o DCE é hoje uma entidade representativa, disso ninguém duvida. A questão é de quem. Será dos estudantes, ou, no mínimo do interesses estudantis? Ou será das políticas neoliberais entreguistas do governo Lula?
    Quando, na reunião na SEDUFSM, nós, do MCC, apresentamos uma proposta alternativa à da Reitoria, a representante de vocês disse que “O DCE NAO APRESENTARIA PROPOSTA PORQUE ERA NECESSÁRIO NO MÍNIMO UM ANO DE PROFUNDOS DEBATES COM TODA A SOCIEDADE PARA SE CONTRUIR UM PROJETO”. Sendo a incoerência uma das marcas da gestão de vocês no DCE, não me admira nada saber que um mês depois, vocês apresentariam uma proposta, cosntruída pela meia dúzia de iluminados que dirigem a entidade, de forma ainda mais anti-democrática do que a da reitoria.
    E é obvio que a proposta do DCE foi aprovada em Conselho de DAs, onde vocês tem hegemonia, se utilizando da máquina que é a entidade para cooptar representantes de diretório, muitos dos quais depolitizados e que pautam suas gestões pelo pura pragmatismo, além do já tradicional método de patrolamento do qual vocês costumam fazer uso.
    Vocês apresentam durante a realização do Conselho, uma proposta de mais de 30 páginase a põe em votação, sem tempo para ninguém lê-la e diz que sua aprovação é leg´tima? Pelo menos no CEPE, vocês podem fazer o pedido de vistas, recurso que nós não temos no Conselho. Então, Lotário, não me venha com demagogia!

  8. DCE, não dêem bola pra esses militantes de orkut, sigam na luta de vocês!!! Estamos com vocês!!!!

    Alguém conhece aquele outro movimento que tava junto com o DCE? Pelo que li nas placas, acho que era “R3BELE-SE”. Alguém viu de que lugar eles são? REBELE-SE contra o autoritarismo.
    Seja bem-vindo Movimento REBELE-SE.

  9. acho lamentável a postura e comportamento infantil de certos setores do Movimento Estudantil da UFSM.

    Só esclarecendo algumas questões bem pontuais:

    Sem uma contraproposta o projeto da reitoria já teria sido aprovado quase dois meses atrás, é a atuação do DCE dentro
    dos conselhos que tem impedido isso!

    A proposta do DCE, aprovada pelo Conselho de DAs, é uma proposta aberta e hoje a própria reitoria se comprometeu em discutir melhor a proposta. A sugestão de mudanças para o ano que vem é exatamente para isso, para que o PTS seja aprimorado.

    Convido a todos a participar de um debate amanhã sobre formas de ingresso no Sérgio Pires (auditório do prédio 17), 17h

    Quanto a questão do transporte público: o DCE realizará um ato no MP e na prefeitura na semana que vem. Também deliberação do conselho de DAs.

  10. Lotário, José Luiz e outros dirigentes-mor dos grupos Reconquistar a UNE e Kizomba:

    O DCE, em documento assinado na SEDUFSM, junto com diversas entidades e movimentos, disse que não apresentaria propostas. Não só disse como fez de tudo para afastar os outros movimentos do debate, que também seria o debate da universidade que temos. Universidade essa que serve ao DCE e a seu dirigentes-mor, pois representa o projeto político o qual defendem.

    Para afastar o debate, nada melhor que a Campanha contra o aumento da passagem, logo esvaziada. Quando todos pareciam apenas esperar a votação no CEPE para justamente fazer o que fizemos hoje, a ocupação, veio a traição do DCE.

    Por melhor que seja a intenção, se essa for apenas ampliar o debate, a proposta do DCE foi sim uma traição aos outros signatários daquele documento da SEDUFSM. Quanto à aprovação desta no conselho de DAs, é fácil mesmo. Apresenta-se um calhamaço de folhas e diz-se “vamos votar”. Obviamente todos os grupos ligados ao DCE, maioria no conselho, sabiam e tinham participado da construção da proposta. Os grupos de oposição não. A SEDUFSM não. A ASSUFSM não. Isso é debate?

    Pelo menos nisso o Orlando estava certo: “quero ver o DCE fazer as audiências públicas que fizemos”. Debate por debate, a Reitoria vence quanto à democracia. O que queremos é mudar essa universidade, não fazer disputa política com a Reitoria.

    Por um adiamento da votação e um amplo debate quanto às novas formas de ingresso!

    Mathias Rodrigues
    Movimento Construção Coletiva

  11. As entidades representativas começarem a divergir,os DONOS da verdade vão se aproveitar e aprovarem o que eles querem,só a UNIÃO FAZ A FORÇA,e mobilização já para a GREVE se não houver consenso de TODOS,entendeu MAGNIFICO.

  12. Caro Ciro, primeiramente o DCE não é um agrupamento politico e sim um entidade representativa de classe (até por isso se chama Diretório Central dos Estudantes).

    E vamos ser sinceros o MCC estava com uma pessoa lá( o dirigente mor chegou só no final para apresentar falas somando assim 2 pessoas), para dai dizer que construiu junto o ATO é no minimo OPORTUNISMO.

    Quanto ao ônibus que veio do CESNORS era praticamente só pessoas da gestão do DCE e DA’s mobilizados pelo DCE.

    E voltando agora para a proposta, ela foi aprovada em conselhos de DA’s ( orgão de deliberação Máxima e superior a gestão do DCE). Logo, essa proposta é da classe que o DCE representa ou seja dos estudantes.

    Como o PTS prevê, ele não esta fechado e prevê audiências públicas com a sociedade para sua modificação e devido debate. O que faltou aqui foi leituras da sua parte, criticar ser ler é falacioso e incoerente…

  13. Alguns pontos não colocados:

    – o DCE foi APENAS um dos grupos políticos que ocupou o 9º andar da Reitoria, para impedir que a tentativa de golpe do Reitor se concretizasse (o assunto não estava na pauta da reunião de sexta do CEPE, sendo IMPOSTO por uma jogada política da reitoria. Também estavam presente Movimento Construção Coletiva (MCC), Levante Popular da Juventude e Diretório Acadêmico das Ciências Sociais e Sociologia, entre outros. Isso sem falar no ônibus de estudantes que veio do CESNORS.

    – Com excessão do DCE, os demais agrupamentos querem mais tempo para o debate, REFUTANDO AMBAS AS PROPOSTAS (da Reitoria e do DCE), pois

    – O DCE critica a falta de democracia na construção da proposta da Reitoria (o que é a mais pura verdade), mas construiu seu proposta de forma tão ‘democrática’ quanto à Reitoria, alijando do processo não só grupos que desde o início se propuseram a debater o tema (que inclusive lançaram um documento assinado por diversas entidades, entre elas o DCE, que exigia da Reitoria um debate genuíno e não falacioso como o que teoricamente teria ocorrido), mas os mais interessados na democratização do acesso à universidade, que são os trabalahdores da educação, moviemntos sociais e estudantes que almejam ingressar no ensino superior.

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