Governo Federal e sindicatos de trabalhadores discutem a proposta (ainda uma minuta) de projeto de lei que trata do plano de carreira da categoria docente. No último final de semana, as entidades sindicais, através de um grupo de trabalho específico, debateu o assunto.

Para saber mais detalhes, inclusive da opinião dos sindicalistas e do que acontece a partir de agora, acompanhe material produzido pela assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes da UFSM. A reportagem é de Fritz Nunes, com informações (e foto) do Andes/SN. A seguir:
“Reunião do setor das IFES critica projeto de carreira do governo
Reunidos na sede do ANDES-SN, em Brasília, no último final de semana, membros do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior – IFES e do Grupo de Trabalho – GT Carreira, representando 27 Seções Sindicais e a diretoria do Sindicato Nacional, avaliaram que as assembléias de base realizadas até o momento apontaram severas críticas à minuta de projeto de lei, bem como aos fundamentos de carreira nele contidos. Participou da reunião do Setor, o professor Julio Quevedo, vice-presidente da SEDUFSM. Também esteve em Brasília, mas para participar da reunião do Grupo de Trabalho de Política Educacional (GTPE), o presidente da SEDUFSM, professor Rondon de Castro.
Para os docentes, é fundamental que governo e categoria se empenhem na busca de uma negociação efetiva, que permita qualificar e avançar na construção de um projeto adequado para reestruturar a carreira, já que a minuta proposta entra em conflito com as propostas que o ANDES-SN tem construído historicamente no debate com a categoria e reiteradamente apresentadas ao Governo como referência para negociação.
Como forma de contribuição ao debate, na reunião com o governo os representantes do ANDES-SN irão reapresentar a síntese das suas deliberações tomadas em Congressos e CONADs sobre carreira. Entre essas deliberações está o entendimento de que a carreira deve ser única para todos os docentes das IFES, incluindo os professores da agora chamada carreira de Educação Técnica e Tecnológica, e deve ser estável durante toda a vida funcional desses trabalhadores. Está, também, a compreensão de que o desenvolvimento na carreira valorize o tempo de serviço, a formação continuada e a Dedicação Exclusiva, entendida como regime preferencial para o trabalho docente…”
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Rondon é do PSTU logo se explica ele ser contra isso. Mas ele não é só contra isso. Ele é contra qualquer coisa. Quem é do PSTU nunca pode ser favorável a nada.