INCRÍVEL. Pela sobrevivência, até o gritalhão Virgílio largou Serra. E era da tropa de choque
Já se disse, e até escreveu, que um episódio eleitoral é feito também (ou será principalmente) de traições? Quando o que está em jogo é a própria sobrevivência política, os aliados de sempre são jogados às feras. Mas, ainda assim, cá entre nós, há um limite.
Que, aparentemente, foi ultrapassado por Arthur Virgílio, que se destacou nos últimos anos por dois objetivos: gritar (sim, porque discursar, a exemplo de alguns parlamentares próximos de nós, é outra coisa) e achincalhar o governo, ao mesmo tempo em que tentava mudar o fato de, em 2006, ter obtido apenas 2% dos votos amazonenses para governador.
O primeiro foi tão atingido que tornou-se um dos mais visados oposicionistas. Já o segundo, aparentemente, não está fácil. Afinal, agora candidato à reeleição ao Senado, Virgílio… bem, melhor que este (nem sempre) humilde repórter, quem conta a história é a coluna “Painel”, do insuspeito Folha de São Paulo. A nota é assinada por Renata Lo Prette, reproduzida no BLOGUE de Ricardo Noblat. A seguir:
“Onde está Wally?
De todos os sumiços anotados pela cúpula da campanha de José Serra, nenhum causa mais espécie que o de Arthur Virgílio (PSDB-AM). O senador, que na tentativa de viabilizar sua reeleição aliou-se ao lulista Alfredo Nascimento (PR), rifou a campanha presidencial tucana no Amazonas.
Outra praça a preocupar o comando serrista é o Rio Grande do Norte. Ali a oposição tem a líder nas pesquisas, Rosalba Ciarlini (DEM), mas a campanha esconde o candidato presidencial. Trata-se de conselho da marquetagem para não contrariar o eleitorado lulista.”
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Esse camarada tem um cacoete engraçado ao falar entorta a boca e pende a cabeça pra um lado, sempre me deixou intrigado,tempo que eu tinha bar quando o sujeito chegava assim eu sabia, mas agora como diz a italianada”Vai sabê!”
O que eu sei é que ele xaropeou de monte tomara que se rale mesmo!
Que se rale esse Arthur Virgílio!