PROBLEMINHA. Enquanto a Copa 2014 não vem, CBF paga R$ 3 milhões para o fisco. E vem mais por aí

Com certeza, com os muuuuitos interesses que cercam a realização da Copa do Mundo de 2014, essa notícia não terá muito destaque na mídia. Se é que será merecedora de alguma coisa mais alentada. Mas o fato objetivo é que a Confederação Brasileira de Futebol, presidida pelo honorável Ricardo Teixeira, teve que prestar contas ao fisco – antes que virasse a tal dívida ativa.

Mas, atenção: o que você vai ler a seguir pode não ser o último percalço da entidade que comanda o esporte bretão nessa Nação. Há mais de uma centena de processos administrativos no Ministério da Fazenda envolvendo a excelsa instituição futebolística. Coisa de R$ 200 milhões. Que tal? Ah, a propósito, confira material publicado no sítio Congresso em Foco, com reportagem de Fábio Góis. A seguir:

Receita enquadra e CBF paga multa de R$ 3 milhões

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pagou multa de R$ 3 milhões à Receita Federal por ter sonegado imposto de renda referente a gastos não descritos como compensáveis. Além da multa, o valor inclui juros e impostos devidos, e resulta da acusação de que a entidade abatia no pagamento do IR despesas com juízes, advogados e jornalistas. A dívida se arrastava desde 2002 e, no ano passado, a CBF pagou a multa para que a questão não viesse a público e não fosse inscrita na Dívida Ativa da União.

O auto de infração da Receita demonstra que a CBF custeou viagens e hospedagem para integrantes do Judiciário, profissionais de imprensa, familiares de dirigentes “e outros não envolvidos nas atividades da CBF”. No caso dos advogados, a CBF pagava valores mais elevados aos firmados em contratos com escritórios de advocacia, sem que comprovação de serviços prestados, abatendo montantes maiores na IR.

A desculpa dada pela entidade presidida por Ricardo Teixeira foi que tais gastos foram “essenciais” ao “intuito de realizar seu objeto social”. “A exposição pública e divulgação geram patrocínios e nada mais natural do que proporcionar passagens e hospedagem a pessoas relacionadas com esses contratos”, alegou no processo a entidade máxima do futebol brasileiro…”

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