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CONGRESSO. Dilma, se vencer, terá uma oposição menor. Inclusive no Senado

Na, a esta altura, improvável vitória de José Serra, o futuro presidente da República conseguirá compor, certamente, com o PMDB (alguém duvida?) e terá uma maioria semelhante e talvez tão instável quanto a que têm hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No caso, provável, da vitória de Dilma Rousseff, a tendência é a petista manter a instabilidade, mas certamente conseguirá fazer mais facilmente uma composição. É o que se deduz do material publicado pelo jornal eletrônico Sul21, a propósito da eleição parlamentar, particularmente no Senado. A reportagem é de Felipe Prestes. Acompanhe:

Um Congresso menos oposicionista

Faltando vinte dias para as eleições é cedo para garantir os resultados da eleição. Mas as mesmas pesquisas que apontam ampla vantagem da candidata do PT, Dilma Rousseff, também apontam que sua vitória pode ser acompanhada de um Congresso mais governista do que teve o presidente Lula. Isso pode ser sentido nas pesquisas que apontam as intenções de voto para o Senado ao redor do Brasil. Para a Câmara, não há pesquisas. Mas, segundo especialistas, PMDB e PT devem manter as maiores bancadas. A vitória no Senado, contudo, será um grande trunfo para os governistas. Durante o governo Lula, a Casa foi o grande reduto de democratas e tucanos, capazes de impor grandes derrotas ao governo como o fim da CPMF.

“O Governo não conseguiu no Senado o mesmo apoio que teve na Câmara. Sempre foi uma Casa que deu mais dificuldade”, afirma Rudolfo Lago, editor executivo do site Congresso em Foco. Lago cita a CPMF como a maior derrota do governo e lembra a crise gerada no Senado depois que o governo se viu obrigado a apoiar José Sarney à presidência da Casa, em detrimento do petista Tião Viana. Com Sarney como presidente, a oposição trouxe à tona os atos secretos. “Os atos secretos geraram muito problema, dificultou muito a realização de votações. Durante aquele período, Sarney era o senador mais faltoso, porque sempre havia protestos, e senadores usando a palavra para pedir sua saída”.
Em 2011, isso pode mudar. O atual pleito move dois terços do Senado e as pesquisas indicam que a “onda vermelha” é realidade. No atual Senado, os partidos que apoiam a coligação de Dilma Rousseff somam 41 senadores. Esse número pode chegar até 60 senadores em uma projeção otimista para o possível governo. Com mais de dois terços do Senado é possível realizar até mesmo alterações na Constituição.

Mas essa maioria, na prática, não seria tão avassaladora porque há senadores do PMDB que adotam postura independente, caso do gaúcho Pedro Simon. A postura de outros prováveis eleitos, como os gaúchos Germano Rigotto (PMDB) e Ana Amélia Lemos (PP), também seria incerta. O peemedebista Garibaldi Alves Filho, que deve se eleger senador pelo Rio Grande do Norte, é notório oposicionista…”

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