CampanhaEleições 2010

INVENTÁRIO. Dois discursos políticos ou o marketing. Afinal, qual o erro de Serra?

Como tenho feito comumente, procuro apresentar, aqui, as mais diversas avaliações acerca do porquê do desempenho absolutamente pífio da principal candidatura oposicionista. Que, ao que tudo indica, conforme as últimas pesquisas disponíveis, pode soterrar diante da avalanche governista. A primeira, liderada por José Serra (PSDB), a segunda tendo à frente Dilma Rousseff (PT), com o apoio decidido do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma das análises mais interessantes dessa situação toda é feita por Paulo Moreira Leite. Que identifica numa marotice que acaba de ser desvendada, nas relações dos dois principais elementos da aliança de oposição: a direita conservadora e…  Bem, fico por aqui. Vale a pena ler, a propósito, o que escreve o colunista da revista Época, editada pelas Organizações Globo. A seguir:

Marotos contra José Serra

Há um aspecto curioso nas críticas que a própria oposição tem feito a José Serra. Pretende-se explicar o mau desempenho de Serra nas pesquisas de intenção de voto por uma questão de marketing. Serra teria assumido uma estratégica errada de evitar ataques diretos a Lula e agora colhe os maus frutos dessa opção.

O problema desta visão é esquecer que a política determina o marketing – mesmo quando se torna conveniente dizer contrário. Pretende-se vestir Serra com o figurino de um político conservador, de idéias liberais, que apenas por esperteza eleitoral iria fingir ser outra coisa. Será mesmo?

O que se assiste, no momento, é o desfazer de um duplo engano.

Serra fingiu que era suficientemente conservador para receber apoio das forças mais conservadoras de nosso espectro político e fechar o campo de possíveis concorrentes à direita.

Estes, por sua vez, fingiram acreditar no teatro do candidato – na esperança de receber uma fatia do bolo quando todos chegassem ao Planalto. A mágica funcionou enquanto as intenções de voto de Serra pareciam capazes de levar todo mundo a Brasília e garantir ministérios para todos. Depois, perdeu o encanto…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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