POSTADO POR MAIQUEL ROSAURO
Marcos Chagas
Agência Brasil
A bancada governista na Câmara e no Senado descarta qualquer possibilidade de negociar um salário mínimo acima de R$ 545 para este ano ou alterar as regras acordadas pela gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para corrigir esses valores.
O líder no Senado Romero Jucá (PMDB-PR) disse que não existe condição de tentar um acordo a fim de ampliar o valor para R$ 560. A matéria deve ser votada, na Câmara, na quarta-feira (23). “O salário mínimo é o resultado de um acerto feito entre o governo e as centrais. Vai continuar dessa forma.”
Jucá evitou comentar qualquer postura do Senado, caso a Câmara altere o valor proposto no projeto de lei, na quarta-feira. Ele afirmou, apenas, que confia “na responsabilidade da base na Câmara” e no que foi pactuado com o Executivo. A previsão é votar a matéria, no Senado, em duas semanas, acrescentou o parlamentar.
O líder na Câmara Cândido Vaccarezza (PT-SP) foi ainda mais enfático na defesa da preservação do valor previsto pelo governo. Segundo ele, “não muda nada, é R$ 545 e não tem discussão, mais que isso não há condição”.
Vaccarezza disse que o debate sobre o valor do salário mínimo para 2011 foi tema da campanha presidencial do ano passado, e a população teria “chancelado” a manutenção do acordo entre o governo Lula e as centrais sindicais com a eleição de Dilma Rpusseff.
No Senado, mesmo parlamentares da base que atuaram com frequência em sintonia com a oposição, elogiaram a postura da presidenta Dilma no seu primeiro mês de governo. Para Cristovam Buarque (PDT-DF), por exemplo, a tentativa de aumentar o valor proposto, capitaneado no Congresso pelo seu partido, “é uma guerra dos quatro pães”.
Buarque destacou que o aumento proposto para R$ 560 representa o aumento do poder de compra de mais quatro pães por dia. No entender do pedetista esse debate está desfocado a partir do momento em que os parlamentares desconsideram questões fundamentais para a população mais pobre como “a qualidade da educação e o tempo de espera nas filas dos hospitais públicos”.
Pedro Simon (PMDB-RS), opositor declarado ao governo Lula, disse que a presidenta age com seriedade nos seus primeiros dias de governo ao impor cortes para manter o equilíbrio fiscal e já deu o norte à sua equipe ao exigir transparência nas ações empreendidas por seus subordinados. “Como senador pretendo dar força total”, completou o peemedebista.
A oposição, por sua vez, que levantou a bandeira da redução dos gastos públicos nos últimos oito anos, se vê agora diante da reivindicação de um valor maior que os R$ 545 e a manutenção da defesa da austeridade fiscal. O líder do DEM, José Agripino Maia (RN), disse que essa “é uma questão para ser examinada como uma prioridade para a área social”.
Agripino Maia acrescentou que a própria presidenta preservou os investimentos sociais do corte de R$ 50 bilhões anunciados nesta semana. Por conta disso, ele disse que cabe ao Executivo agora um esforço concentrado para também conceder um salário mínimo maior que os R$ 545 encaminhados ao Congresso.
O líder do PSDB, Álvaro Dias (PR), mantém o discurso de um reajuste do mínimo de R$ 510 para R$ 600, proposta apresentada na campanha presidencial pelo então candidato tucano José Serra (PSDB). “Esse valor vai contribuir para dinamizar a economia”, afirmou.





Boa noite.
Bah, voces são bandidos! Quem viu esse povo, e dizer que eu andava junto sem ser filiado ao Partido. Como diz o Odilon Ramos, eu gostava do meu cusco! Sorte que me dei conta que seriamos sacaneados pelo LULLA em 2003, avisei amigos, abri fora, mesmo assim acabamos ferrados. A Moralinha do Lulla, agora é um Tsuname de 50 Bilhõs de reais. Gastaram a rodo para eleger Dilma, enganaram o povo dizendo que estava tudo Maravilhoso e veja no deu. Voces viram a cara do “Manteiga” hoje na Câmara dos Deputados defendendo o Minímo de R$545,00? Quem vai pagar a conta são os trabalhadores para alegria dos Patrões. Uma história verdadeira, quando lulla candidato queria que o FHC reajustasse em 70% o salário dos Funcionários Públicos, entrou no governo e deu míseros 1%.
Realmente Luiz eles acabam sendo absorvidos pelo sistema. Sistema corrupto e podre que se tornou a política em todas as esferas: Judiciário, Legislativo e Executivo. Tá na hora de mudar e haver um levante popular para exigir uma reforma política, mas não ditada por eles e sim por todas as esferas da sociedade. Mas para isso acontecer realmente teriamos que mobilizar muita, mas muita gente, mais até que no Egito. Aqui não precisamos derrubar ditadores, felizmente, mas em contrapartida temos que fazer uma “desinsetização” do país. Acabar com os ratos, baratas e toda esta podridão.
O PT acabou depois das eleições de 2002, quando chegou lá.
Muitos dizem que o PT ficou igual aos outros partidos.
O problema é que o PT ficou pior do que os outros, porque além de fazer o que todos antes faziam, começou também a fazer o que PENSAVA que os outros faziam.
Assim, acabou alastrando em muito os limites da corrupção, do uso da máquina pública, do corporativismo negativo, da barganha.
Sugiro aos leitores que busquem discursos de petistas no passado e comparem com seus atos nos dias de hoje.
Basta ir ao Google (merchandising gratuito… rs…) e – por exemplo – digitar “Lula 1989”, “José Dirceu 1994”, “Olívio Dutra 1996” ou outros.
Alerto, no entanto, que é preciso ter estômago forte, pois a comparação é de revirar o estômago…
O PT acabou depois das eleições de 2002, quando chegou lá.
Muitos dizem que o PT ficou igual aos outros partidos O problema é que, depois que chegou ao poder
Boa tarde. vejam oque recebi de um amigo, pedi autorização para publicar por aqui. Não sei onde ele encontrou esse artigo, mas é bem isso ai!
“Nada como ver o deputado Vicentinho (PT-SP), um figurão da CUT, como relator da proposta dos R$ 545 do mínimo. Justamente a CUT, a Central que antes se propunha a assaltar o céu. “Ah, mas existem razões econômicas que justificam essa escolha…” E quanto é que não houve? Quando o PT era oposição, o governo queria pagar menos porque era perverso? Agora que o PT é situação, o governo quer pagar menos porque é generoso? Ora… Formalmente, a Central também pressiona por um mínimo maior, mas fará o que o governo mandar. Por ali, quem não é pelego é sócio do poder. Ponto!”