Política

DE PAI PRA FILHO. Herdeiros tomam conta das vagas ‘novas’ na Câmara dos Deputados

Um balaio de nomes encerrados com Júnior, Neto ou Filho. A grande maioria, para ser preciso 80% dos 40 deputados com menos de 35 anos (se tivessem essa idade ou mais poderiam ser senadores) é descendente direto de políticos. Alguns muito importantes, como Antonio Carlos Magalhães Neto, do DEM baiano e que, cá entre nós, dispensa apresentações maiores.

Quer dizer, renovação, renovação não há meeeesmo. Mas, como este editor costuma dizer, ninguém está lá (ou no Senado, ou nas Câmaras de Vereadores ou em qualquer outro lugar em que há a necessidade do voto popular) por obra do Espírito Santo.

Ah, é mais uma vez do ótimo sítio especializado Congresso em Foco a iniciativa de tratar desse tema e fez um levantamento exclusivo. Ah, uma curiosidade: o único parlamentar gaúcho com menos de 35 anos é a comunista do B Manuela D’Ávila – que, por sinal, tem sua origem no movimento estudantil, e não por herança familiar. A reportagem é de Edson Sardinha. Acompanhe:

Sem renovação: jovens são parentes de políticos

…Alguns deles mal deixaram a adolescência. Outros já circulam pelos corredores do Congresso com a desenvoltura de veteranos apesar da pouca idade. Embora representem quase um quarto da população do país, os brasileiros entre 21 e 34 anos ocupam menos de 8% das cadeiras da Câmara. Mais precisamente, 40 das 513 disponíveis. Uma distorção que encobre outra. Se entrar para o Congresso no auge da juventude é para poucos, conquistar uma vaga sem vir de um berço político é para pouquíssimos entre os mais jovens: um feito para apenas oito desses deputados.

Nada menos que 32 dos parlamentares mais jovens da atual legislatura – que não têm idade para cobiçar uma vaga no Senado – são originários de famílias que usufruem ou já experimentaram do poder político. Entre eles, 26 podem dizer literalmente que o gosto pela política passou de pai para filho: são herdeiros diretos de ex-governadores, ex-ministros, deputados, senadores, prefeitos e vereadores. Onze deles adotam Filho, Júnior ou Neto no nome parlamentar. Os outros seis herdaram o prestígio de tios e primos famosos no meio político. Os dados fazem parte de levantamento exclusivo feito…”

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2 Comentários

  1. Logicamente ser filho de político ajuda e muuuuuiiiiitoooooo. Mas acredito que devamos pensar melhor a questão.Quem são os líderes estudantis da cidade?? Lideres se formam nos movimentos de base. Isso me deixa preocupado, pois nossos jovens, via de regra, não participam. Como o que vale é a lei da física (existe um espaço extirá um corpo), os espertos estão lá.

  2. Em alguns casos os “herdeiros” só tem o nome como herança… outros casos ainda bem que só tem o nome…
    Na nossa região tem o Juninho, que sem pisar na terra herdou votos do pai, e só aparece para ver as “origens” a cada quatro anos, em ano de eleição.
    Político meteoro, só aparece a cada 4 anos… para mostrar a cabeça e o rabo.

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