TARSO VETARÁ? Assembleia aprova lei que obriga a traduzir termos estrangeiros

TARSO VETARÁ? Assembleia aprova lei que obriga a traduzir termos estrangeiros - Raul-Carrion

Carrion se justifica, na tribuna da AL: contra os estrangeirismos. E daí?

Vamos deixar clara a opinião do sítio: trata-se de uma proposta xenófoba, que ignora os movimentos próprios que formam a língua falada e escrita de uma sociedade. Ponto. E, se dependesse da opinião do editor, seria vetado pelo governador Tarso Genro.

De todo modo, foi aprovada – com votos da oposição e da base aliada – a proposta do comunista do B Raul Carrion, na sessão plenária da Assembleia gaúcha da tarde desta terça-feira. Os detalhes (e tudo o mais que ocorreu no parlamento) chegam através da Agência de Notícias do Legislativo, com reportagem de Mariela Carneiro e foto de Marcos Eifler. A seguir:

Assembleia aprova lei que determina tradução de termos estrangeiros

Foi aprovado, na tarde desta terça-feira (19), por 26 votos a 24, o PL 156/2009, que estabelece a obrigatoriedade da tradução de expressões ou palavras estrangeiras para a língua portuguesa sempre que houver no idioma uma palavra ou expressão equivalente. A proposta foi do deputado Raul Carrion (PCdoB).

 O projeto foi aprovado com duas emendas. Uma, do próprio Carrion, que exclui os nomes próprios dessa determinação, e outra, do deputado Carlos Gomes (PRB), que determina que todos os órgãos, instituições, empresas e fundações públicas poderão priorizar na redação de seus documentos oficiais, sítios virtuais, materiais de propaganda e publicidade, ou qualquer outra forma de relação institucional através da palavra escrita, a utilização da língua portuguesa.

Discussão

O proponente explicou as causas do projeto que, segundo ele, procura defender o nosso idioma da desnecessária superficial utilização de termos estrangeiros. Citou o termo Sale, muitas vezes usado para apresentar uma liquidação em grande parte das lojas. “Por que temos que printar se podemos imprimir?”, questionou Carrion. Fez questão de ressaltar que objetivo não proíbe o termo em inglês ou outra língua, mas exige a tradução…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SIGA O SITÍO NO TWITTER



1 comentário

  1. comentario

    Eu vejo isso como uma imposição na forma como podemos nos expressar, cada um tem o direito de se expressar da forma que achar melhor desde que não afete outra pessoa, eu vou continuar chamando meu telefone de smartfone, shopping, etc…
    Como que uma pessoa quer impor algo desse tipo a sociedade? É uma vergonha ter sido aprovado isso, o cidadao tem o direito a usar a palavra que bem entende, ninguem pode dizer o que deve ou não ser usado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *