Não custa lembrar. O dia em que um jornal da mídia grandona foi pego de calças curtas
Confira a seguir trecho de nota que publiquei ao meio dia de 24 de janeiro de 2007, uma quarta-feira:
Mídia grandona. FSP pega de calças curtas doando R$ 42 mil para campanha de tucano
Imaginemos que você seja um leitor, por exemplo, do jornal A Razão. E, agora, uma pergunta: o que você pensaria do seu periódico favorito, se soubesse que ele doou uma quantia bem razoável para a campanha de um candidato a deputado? Que tal?
Pois é. O parágrafo acima trata de uma situação, mais que hipotética, inexistente. Agora saiba o que aconteceu, de fato, em São Paulo, com o jornal Folha de São Paulo, famoso por suas ações de marketing que enfatizam uma suposta independência em relação a tudo: governos, partidos, empresas, igrejas, etc, etc. Pois não é que o venerando jornalão foi pego de calças curtas?...
Para ler a íntegra, inclusive a nota que lhe deu origem, acesse aqui.
PASSADOS EXATAMENTE DOIS ANOS da publicação da nota acima, pensando bem, até seria melhor que fosse assim, com os veículos da mídia grandona doando legalmente para um candidato, e não apoiando um e outro sem contar ao seu leitor, ouvinte ou telespectador – a regra para 999 em cada mil veículos de comunicação ditos neutros e imparciais.





ATENÇÃO
1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.
2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.
3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.
4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.
5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.
OBSERVAÇÃO FINAL:
A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.