Não custa lembrar. O dia em que o sítio (bobo) acreditou que haveria reforma política
Confira a seguir trecho de nota que publiquei na madrugada de 22 de junho de 2007, uma sexta-feira:
Acordão. Proposta de lista, agora flexível, parece ter agradado à maioria. Atenção, parece!
Com a adesão, mediante concessões acessórias adicionais, do PSB e do PPS à proposta do quarteto composto por PMDB, PT, DEM e PC do B, supõe-se que exista uma maioria superior a 300 votos (em 513), o que garantiria o deslanche da reforma política que começa a ser votada na terça-feira.
Se (não há como não utilizar a palavra) tudo der certo, e os líderes destas agremiações conquistarem o apoio interno, a eleição de 2008, para vereador (e prefeito) será um verdadeiro teste de validade para um negócio chamado lista flexível – para saber o que é, exatamente, releia o que escrevi aqui na manhã desta quinta-feira.
Mas tudo foi fruto de intensa negociação. E, como não há almoço grátis (dizem os ianques) também não existe nada de graça quando o assunto é política. Assim, faz-se mais concessões. Por exemplo:…
Para reler a íntegra da nota, clique aqui.
PASSADOS EXATAMENTE DOIS ANOS da publicação da nota, este sítio faz um meã-culpa. Afinal, foi engrupido pela idéia de que os partidos queriam meeeesmo a reforma. Se enganou. Bobamente, mas se enganou.





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