NÃO CUSTA LEMBRAR. O MP e o trabalho policial
Confira a seguir trecho da nota publicada na tarde de 2 de abril de 2013, terça:
“KISS. Resumindo, saiba quem o MP denunciou e por que, pediu o arquivamento ou novas diligências…
… Terminou há poucos minutos, no auditório do Ministério Público em Santa Maria, a entrevista coletiva dos promotores de Justiça que trataram da parte criminal do (agora) processo, precedida pelo inquérito policial, sobre a tragédia de 27 de janeiro, na boate Kiss. Nunca esquecendo que o incêndio matou 241 jovens e feriu mais de 600.
Participaram da entrevista coletiva o Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Marcelo Dornelles, o Coordenador do Centro de Apoio Criminal do Ministério Público, David Medina da Silva, e os Promotores de Justiça Criminais de Santa Maria Joel Dutra e Maurício Trevisan
Mais adiante, o sítio vai disponibilizar a íntegra da denúncia do MP mas, agora, você tem um resumo das decisões anunciadas: quem foi denunciado e por quê, os que levaram ao pedido de novas diligências da polícia, os casos em que foi pedido o arquivamento (e, portanto, estão por ora liberados) e também as situações em que uma decisão caberá à Justiça Militar…”
PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI
PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, que trazia a síntese do que já havia sido noticiado na mesma tarde, acerca da denúncia do Ministério Público, o fato é que pode ser identicado naquele instante o início de um processo de desgaste entre os familiares das vítimas da Kiss e os Promotores de Justiça – que, na prática, desconstruíram, no entender dos representantes dos que se feriram ou morreram no incêndio, todo o trabalho feito anteriormente pela polícia civil. Esta apontara 28 pessoas, por crimes que passavam de 30. No entanto…





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