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EM VIGOR. Cotas nas universidades contribuem para dívida do país com os jovens mais pobres, afirma Dilma

São várias as possibilidades de acesso, hoje, nas Universidades Federais. Uma delas é o “Universidade para Todos” (ProUni) – que oferece bolsa de estudo parciais e integrais a pessoas de baixa renda. Cerca de 1,1 milhão de estudantes brasileiros já foram beneficiados pelo programa – que exige bom desempenho do aluno no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Outra alternativa, para quem não conseguir o ProUni, é o Programa de Financiamento Estudantil (Fies), que financia as mensalidades em instituições particulares e que tem, hoje, cerca de 570 mil usuários.

Essas e outras informações foram dadas pela presidente Dilma Rousseff, no programa semanal “Café com a Presidenta” desta segunda-feira, data em que foi publicado no Diário Oficial da União o decreto que regulamenta a chamada “Lei das Cotas” – que beneficia afro-descendentes e jovens oriundos das escolas públicas. A propósito, acompanhe material produzido e distribuído pela Agência Brasil. A reportagem é de Paula Laboissière. A seguir:

Dilma: Lei de Cotas contribui para saldar dívida do Brasil com jovens pobres

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (segunda,15) que o decreto que determina a reserva de metade das vagas de universidades e institutos federais para alunos de escolas públicas, negros e índios contribui para saldar uma dívida histórica do Brasil com os jovens pobres.

A regulamentação da chamada Lei de Cotas está publicada na edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União.

“Nosso objetivo, com essa lei, é ampliar o acesso às nossas universidades e aos nossos institutos federais para os jovens das escolas públicas, para os negros e para os índios. Essas universidades e os institutos estão entre os melhores do país e, muitas vezes, as pessoas vindas das escolas públicas têm dificuldade de ter acesso à universidade pública”, explicou Dilma.

No programa semanal Café com a Presidenta, ela destacou que as universidades e os institutos federais terão quatro anos para implantar a Lei de Cotas de forma integral, mas que os processos seletivos para matrículas em 2013 já precisam oferecer uma reserva de vagas de 12,5%. “É bom ressaltar que a lei vale para todos os cursos – inclusive, aos mais procurados, como medicina e engenharia, por exemplo”, disse…”

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