NÃO PERCA. O Gilson voltou e sexta retornam a Daiani e ELE, Riudson Glitter, o supercolunista
Aos pouquinhos, a normalidade é retomada, após uma exaustiva (inclusive mentalmente) cobertura da campanha eleitoral, de resto bastante restritiva, para dizer o mínimo. O primeiro a voltar ao batente foi o Gilson Piber, que esteve afastado em setembro. E já nesta segunda-feira fez desfilar sua lúcida avaliação do pleito dominical.
Mas vem mais por aí. E na sexta-feira, a cronista Daiani Ferrari e seu leve (mas nem por isso menos profundo) texto voltam a ficar disponíveis à legião de leitores que ela conquistou ao longo do último ano.
E a grande, e inesperada, atração da semana também chega no último dia útil (bem, é o que dizem) da semana. Trata-se DELE, o supercolunista Riudson Glitter, que faz uma crônica social bastante diferente daquela a que você está habituado na mídia tradicional.
Após um ano de ausência – por exclusiva vontade dele – RG retorna, com seu humor algo escrachado, porém bastante inteligente. O que será que o sujeito está aprontando, nesta semana em que prepara seu material? Não sei. Mas sexta não demora. Pode aguardar.
Em todo caso, e para matar a saudade, releia a última coluna dele, publicada no emblemático 7 de setembro de 2007 (clique aqui).





ATENÇÃO
1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.
2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.
3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.
4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.
5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.
OBSERVAÇÃO FINAL:
A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.