Luciano Ribas. A poesia e um certo vereador
Há, porém, os que interpretam o a quem precisa de um modo muito particular. E não apenas na ótica, mas também no uso. Nessa semana, por exemplo, a imprensa local noticiou que um jovem vereador, candidato a deputado, exigiu a troca de um ou mais ocupantes de cargos públicos por pessoas que o apóiam, retirando os que teriam preferência por um outro candidato (mesmo este outro sendo seu companheiro de partido).
Tal fato enseja uma reflexão. Especialmente, se lembrarmos que o mesmo parlamentar, às vésperas da eleição, apresentou um projeto que coibiria a contratação de parentes no serviço público. O que nos leva, com a mais elementar lógica, a perceber entre as duas atitudes uma grande contradição para dizer o mínimo. Afinal, os cargos que ele exige que sejam ocupados por gente sua, para falarmos no popular, não são menos públicos do que os atingidos pelo seu projeto. Ou nomear um parente com capacidade técnica e política é tão mais grave do que exigir que determinado cargo seja ocupado por alguém que faça sua campanha, como as notícias insinuam?
Os parágrafos acima são parte do artigo O carteiro, o poeta e o vereador, do colaborador dominical deste site, Luciano Ribas – e que acabo de postar. Basta ir à caixa de Artigos, ao lado, para lê-lo na íntegra. Boa leitura!





ATENÇÃO
1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.
2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.
3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.
4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.
5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.
OBSERVAÇÃO FINAL:
A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.