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Não custa lembrar. Abin e Polícia Federal, uma conturbada relação que já vem de longe

Confira a seguir trecho de nota que publiquei perto das 10 da manhã de 19 de novembro de 2006, um domingo:

“Briga à vista. Arapongas perderão espaço para a Polícia Federal. E não estão gostando   

É uma mudança e tanto, se confirmada. O, argh, famigerado Serviço Nacional de Informações (SNI) dos tempos do regime militar, primeiro virou ABIN (Agência Brasileira de Inteligência). Mas seus arapongas continuaram a agir, em alguns casos, com a mesma truculência e maldade anterior, agora sob o manto da democracia. Mas já foi um avanço: afinal, o serviço deixou de ser tããão secreto assim e passou, na maior parte (não em toda, lamentavelmente) mais comprometido com o País, e não com meia dúzia de mandões.

Pois agora, segundo reportagem que a revista IstoÉ, que já está nas bancas, a ABIN será rebaixada, devendo transformar-se em um braço da Polícia Federal. Claro, os bisbilhoteiros não estão gostando nada disso. Afinal, perdem poder.
..”

 

Para ler a íntegra, inclusive a reportagem (da revista IstoÉ, que lhe deu origem, acesse aqui.

 

PASSADOS EXATAMENTE DOIS ANOS da publicação da nota acima, ninguém com um mínimo de sensatez é capaz de afirmar o quanto essa suposta relação de superioridade de um sobre o outro e a briga histórica que os (des)une tem responsabilidade sobre os episódios que colocam na berlinda tanto a ABIN quanto a Polícia Federal. Mas que há boa dose de desconfiança em torno da relação conturbada, ah, isso há. Ou não?

 

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