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PARTIDO. Salgando as feridas, o PP gaúcho diz que seguirá unido e é necessário “separar o joio do trigo”

Direção do PP gaúcho se reuniu na sede do partido, na capital: “separar o joio do trigo”
Direção do PP gaúcho se reuniu na sede do partido, na capital: “separar o joio do trigo”

Sem três dos parlamentares investigados por conta da Operação Lava Jato, a direção do PP do Rio Grande do Sul fez reunião na tarde desta segunda-feira. Entre os presentes, o deputado Jerônimo Goergen, que horas antes havia CHORADO de emoção em entrevista à repórter Flávia Bemfica, do portal Terra. Goergen, inclusive, em determinado momento chegou a dizer que “não há dúvida de que o PP nacional acabou”.

Pooois é. A reunião verspertida, ninguém duvida, serviu para “salgar as feridas” do PP do Rio Grande e gerou uma nota oficial assinada pelo presidente, Celso Bernardi. Mas, do que afinal trataram e o que decidiram os dirigentes do Partido Progressista? Confira no material originalmente publicado pelo jornal eletrônico Sul21. A foto é de Divulgação. A seguir:

Com seis deputados investigados na Lava Jato, PP gaúcho diz que permanecerá unido

A direção do Partido Progressista no Rio Grande do Sul reuniu-se na tarde desta segunda-feira com deputados da sigla que integram a lista divulgada na última sexta-feira de investigados na Operação Lava Jato. Ao fim do encontro, foi emitida nota em que o PP garante que permanecerá “unido” e “solidário”. “Neste momento decisivo para nossa história, só existe um caminho, FICARMOS UNIDOS E SOLIDÁRIOS com a Instituição para vencermos mais esta provação”, diz a nota, em parte grafada em letras maiúsculas.

Jerônimo Goergen, Renato Molling e o ex-deputado Vilson Covatti participaram do encontro. Os outros três deputados citados – Afonso Hamm, Luiz Carlos Heinze e José Otávio Germano – alegaram compromissos em Brasília para a ausência. Na reunião, a direção pediu que os parlamentares colaborem ao máximo com a investigação, abrindo, por exemplo, o sigilo bancário.

A nota, assinada pelo presidente do PP no Rio Grande do Sul, Celso Bernardi, diz que “é preciso separar o joio do trigo” e reforça que o partido não pode carregar o passivo das acusações que recaem sobre seus membros. O texto afirma ainda que o PP não tem compromisso com erros individuais, o que não significa que os acusados serão incriminados antecipadamente. “Como todo e qualquer cidadão brasileiro, os parlamentares citados terão o direito de se defenderem e provarem a sua inocência”.

A direção do PP diz ainda que, caso as denúncias contra os deputados sejam comprovadas, saberá adotar as medidas necessárias para preservar a boa imagem do partido. Imagem esta que, segundo a nota, foi…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

 

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4 Comentários

  1. Interessante… Quando é com um outro partido é assim: "Isto é uma peste que veio para dizimar o Brasil, temos que acabar com todos eles."
    Quando é o deles: "Alguns poucos cometeram um deslize mas isto não representa, nem de longe, a grande maioria que é composta de gente séria e honesta."
    Ou entramos num acordo que existe gente boa e também desonesta em TODOS os partidos, ou não tem mais como discutir política. Aliás, as redes sociais estão me dando uma saudade das aulas de OSPB…

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