“…Mas essa história de sucesso comercial iniciou em 1º de setembro de 1948 com a minha mãe (Milady) convencendo o marido (Cirilo), a comprar o “Armazém Seroni”, ali na Floriano com a Tuiuti (onde hoje funciona a Aproquimica).
Apesar de não terem experiência alguma em negócios, eles empregaram a pequena poupança acumulada e reabriram o “Seroni”. O “capital de giro” inicial era oriundo do “soldo” que o pai recebia do Exército mensalmente…”
CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “Empório Doméstico, nossa casa por 45 anos”, de Carlos Costabeber – graduado em Administração e Ciências Contábeis pela UFSM (instituição da qual é professor aposentado), com mestrado pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, com especialização em Qualidade Total no Japão e Estados Unidos. Presidiu a Cacism, a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Associação Brasileira de Distribuidores Ford. É diretor da Superauto e do Consórcio Conesul.





As empresas locais não pensam em se expandir, sempre viveram em um protecionismo contra empresas de fora, que estagnou a economia local, enquanto empresas de pequenas cidades hoje são potências, como Becket, quero quero etc…
Política. Como o sr. César Gehm seguirá no SINDILOJAS?
O APOIO a empresas de fora faz com que as daqui morram.