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EMPÓRIO DOMÉSTICO. Carlos Costabeber e o fim da história de outra empresa de Santa Maria, aos 65 anos

“…Mas essa história de sucesso comercial iniciou em 1º de setembro de 1948 com a minha mãe (Milady) convencendo o marido (Cirilo), a comprar o “Armazém Seroni”, ali na Floriano com a Tuiuti (onde hoje funciona a Aproquimica). 

Apesar de não terem experiência alguma em negócios, eles empregaram a pequena poupança acumulada e reabriram o “Seroni”. O “capital de giro” inicial era oriundo do “soldo” que o pai recebia do Exército mensalmente…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “Empório Doméstico, nossa casa por 45 anos”, de Carlos Costabeber – graduado em Administração e Ciências Contábeis pela UFSM (instituição da qual é professor aposentado), com mestrado pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, com especialização em Qualidade Total no Japão e Estados Unidos. Presidiu a Cacism, a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Associação Brasileira de Distribuidores Ford. É diretor da Superauto e do Consórcio Conesul.

 

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2 Comentários

  1. As empresas locais não pensam em se expandir, sempre viveram em um protecionismo contra empresas de fora, que estagnou a economia local, enquanto empresas de pequenas cidades hoje são potências, como Becket, quero quero etc…

  2. Política. Como o sr. César Gehm seguirá no SINDILOJAS?
    O APOIO a empresas de fora faz com que as daqui morram.

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