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ASSEMBLEIA. Pozzobom apoia, em audiência pública, a água mineral como integrante da cesta básica do RS

Pozzobom participou da audiência pública na Comissão. A questão é sobre redução de impostos
Pozzobom participou da audiência pública na Comissão. A questão é sobre redução de impostos

O leitor não deve se trair. Menos ainda se abespinhar. Isso não é desimportante. Claro que não. Inclusive porque tem uma questão de preço, que pode ser benéfica ao consumidor gaúcho. Mas, enfim, para entender melhor do que se trata, acompanhe material produzido e distribuído pela assessoria de imprensa do deputado Jorge Pozzobom. O texto é de Thiago Buzatto. A seguir:

FINANÇAS – Pozzobom quer ampliar proposta de inclusão de água mineral em cesta básica

O deputado estadual Jorge Pozzobom (PSDB) participou, na manhã desta quarta-feira (06), da audiência pública da Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável que debateu a possibilidade de inclusão da água mineral na cesta básica estadual. Representantes de mineradoras e de distribuidoras de água mineral reivindicam a inclusão da embalagem de 20 litros como medida para a redução da incidência de impostos sobre o produto, de forma que atinja patamares semelhantes ao de outros estados, como Santa Catarina.

Pozzobom lembrou que, no dia 8 de março deste ano, a presidente Dilma Rousseff anunciou a desoneração da cesta básica e autorizou a inclusão de novos produtos. “Portanto, o que estamos tratando aqui não é novidade. Evidentemente, nós sabemos que isso terá um impacto financeiro e acho que isso é algo extremamente propositivo para o RS, que vive uma guerra fiscal com nosso vizinho Santa Catarina”, afirmou.

Para Pozzobom, a discussão ainda precisa ser ampliada não só para avaliar o impacto financeiro, mas também certamente no fomento da cadeia produtiva e da geração de emprego e renda. “O que precisa ser feito é um trabalho com muita responsabilidade e seriedade. Estamos num momento em que a Assembleia Legislativa sustou a cobrança do Imposto de Fronteira que incide sobre produtos adquiridos pelo setor varejista fora do Estado, mas o Governo continua com a cobrança. Assim, temos que discutir de que maneira estamos gastando o que o Estado arrecada. Não adianta arrecadar bem e gastar mal”, concluiu.”

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