ECONOMIA SOLIDÁRIA. 22 anos do Feirão Colonial levam Arcebispo e autoridades ao Terminal Dom Ivo

ECONOMIA SOLIDÁRIA. 22 anos do Feirão Colonial levam Arcebispo e autoridades ao Terminal Dom Ivo - eco-solidária

Sob a imagem onipresente de Dom Ivo, o mentor, autoridades lembram 22 anos do Feirão

Foi, como era possível prever, uma justa comemoração a um evento que, afinal de contas, ajuda a personificar a economia solidária em Santa Maria e a sua importância para a comunidade – especialmente os grupos que se articulam em torno do Projeto Esperança-Cooesperança.

Da solenidade, com direito a presença de secretário de Estado, deputado e do próprio Arcebispo Dom Helio Rupert, além da coordenadora do Projeto, irmã Lourdes Dill, você tem os detalhes através do material produzido pela assessoria de imprensa. O texto e a foto são de Maiquel Rosauro. Acompanhe:

Feirão Colonial aponta o futuro da agricultura familiar

Organização, solidariedade e oferta de alimentos saudáveis formam a base do sucesso do Feirão Colonial realizado todas as manhãs de sábado no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, em Santa Maria. A iniciativa completou 22 anos em 1º de abril, mas a comemoração ocorreu hoje (sábado, 5) com a presença de autoridades, consumidores e dos próprios produtores provenientes de diversos municípios da região Central do Estado.

O arcebispo de Santa Maria, Dom Hélio Adelar Rubert; o ex-secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan; o deputado estadual Valdeci Oliveira e a coordenadora do Projeto Esperança/Cooesperança, irmã Lourdes Dill, estiveram presentes.

Conforme Pavan, a feira aponta para o desenho de um novo desenvolvimento da agricultura familiar na produção de alimentos.

– O Feirão sugere que o pequeno agricultor não seja apenas um produtor de matéria-prima, mas de alimentos prontos. Além disso, demostra que o produtor para ter futuro precisa ser autônomo, independente e sem intermediários, pois onde ele produz agrega valor e comercializa o produto industrializado ou in natura – argumenta.

Pavan também destacou o diferencial dos alimentos saudáveis, que irão se tornar cada vez mais valorizados nos próximos anos.

– O Feirão colonial também sugere que o futuro da alimentação está nos alimentos saudáveis. Essa será uma das atividades mais promissoras da próxima década, pois o que puxa a inflação são os alimentos. Com o campo esvaziando e a fome crescendo na cidade, investir em alimentos será um ótimo negócio – explicou Pavan.

Já Valdeci destacou os avanços da feira ao longo do tempo.

– Convivo com esta feira desde o seu surgimento e percebo o quanto deu certo. No começo havia apenas uma pequena peça e quando chovia era preciso usar guarda-chuva para não molhar as pessoas. Hoje, ver todo este crescimento é ter a certeza de que as pessoas organizadas e unidas têm condições de chegar longe – afirma o deputado.

Após a reunião com as autoridades, foi realizada uma confraternização. Todas as pessoas presentes tiveram a oportunidade de degustar alimentos da agricultura familiar. 

– Este é um momento de emoção, alegria e solidariedade. Chegar aos 22 anos do Feirão é ter a certeza de que estamos no caminho certo – avalia irmã Lourdes.

O Feirão Colonial ocorre todos os sábados, das 7h às 11h30min. No local são oferecidos centenas de produtos da agricultura familiar e da Economia Solidária. A feira é promovida pelo Projeto Esperança/Cooesperança, com apoio da Cáritas RS.”

 



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