IMPRESSA. Na coluna deste sábado, a intolerância – que não escolhe hora, lugar nem briga a ser comprada
Você confere a seguir, na íntegra, a coluna do editor do sítio, publicada na edição deste sábado, 28 de novembro, no jornal A Razão:

Não existe lado algum na intolerância. Ela é o que é
Sim, a coluna é de política. Mas o que pode ser mais político que o exercício da cidadania? E é do que se trata. Dois fatos. Lados supostamente diferentes, mas igualmente mostrando a intolerância que virou moda. Não no Feicebuqui e suas fantasias, mas aqui mesmo, no mundo real.
Um foi o episódio que levou a Prefeitura, ao que se supõe escorada na lei (algo discutível, mas não é o tema aqui), impedir dois músicos de tocar no Calçadão. Provocou natural reação dos setores culturais.
Outro foi a vandalização do prédio da Delegacia da Mulher, e que teve, consta, militantes feministas como autores. Vamos combinar: o pretexto não justifica o ato, que só teve o condão de irritar e, sobretudo, constranger aqueles que fazem da luta para a defesa da mulher o seu cotidiano.
Resumindo: tanto o oficialismo da fiscalização quanto a ação do(s) feministas foram repudiados. A pergunta é: ninguém pensou antes, por um segundo que fosse?
SUPREMO, DELCÍDIO…
A interpretação dada pelo Supremo Tribunal Federal para a “prisão em flagrante”, ao aceitar o pedido do Ministério Público Federal e colocar no xilindró o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral, descontentou muitos juristas. E nada tem a ver com o senador que, no popular, é um “falcatrua”. Trata-se de pura divergência jurídica, mesmo.
…E TODOS OS OUTROS
De todo modo, a partir da decisão, em seguida confirmada no plenário do Senado, que tinha a obrigação constitucional de aprovar (ou não) a prisão, há vários políticos com mandato de (quem tem) cabelos em pé. Afinal, abre-se a perspectiva de muita gente acabar na cadeia antes do que se imagina. Ou não?
ACORDO “POR CIMA”…
São fortes os indícios de que se busca um acordo, digamos, por cima, entre PSDB e PP, na hipótese cada vez mais óbvia de que José Farret está fora da disputa eleitoral. Traduzindo: a direção dos “progressistas” vê em Jorge Pozzobom e no tucanato o que há de mais próximo ideologicamente. Logo, a aliança é natural.
…ENTRE PP E O PSDB?
Não seria outra a razão da vinda, quem sabe até do presidente estadual, Celso Bernardi, para evento tucano marcado para hoje, após transferido para o dia 5 e que, agora, não se sabe mais exatamente a data. Dependerá do PP, ficou claro ao colunista, após conversar com líderes. Ah, aos pepistas caberia, na coligação, indicar o vice.





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