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INVENTOS. Luciana Manica, biotecnologia, a cura e patenteamento da vida. Sim, há relação nisso tudo

“…A patente é uma invenção difícil e normalmente custosa de se obter, pois a novidade deve ser absoluta, isto é, única no mundo, devendo preencher outros requisitos como aplicabilidade industrial e atividade inventiva (para patente de invenção). O titular deverá depositar a patente em cada país no qual pretende ter exclusividade. Se inventou algo no Brasil e quiser impedir terceiros de produzir nos EUA, terá que depositar neste país também. Existem tratados internacionais que facilitam esse trâmite, tornando menos custoso.

Mas quanto à tal biotecnologia? Tema polêmico àquelas pessoas que esquecem dos investimentos, dedicação, estudos e benefícios advindos, não só de multinacionais, tidas como as vilãs da história, mas também universidades e alunos brasileiros que se encontram no exterior dedicando-se a criações que visam a contribuir não apenas para o país, mas para a humanidade...”

CLIQUE AQUI  para ler a íntegra do artigo “Patenteamento da vida?”, de Luciana Manica Gössling. Ela é advogada, professora e especialista em Propriedade Intelectual. O texto foi postado há instantes, na seção “Artigos”!

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