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UFSM. Sindicato docente se insurge e critica reitoria por se ‘submeter’ ao contingenciamento do orçamento

Sindicato docente criticou postura “resignada” da atual reitoria diante da imposição do governo
Sindicato docente criticou postura “resignada” da atual reitoria diante da imposição do governo

Somente neste sítio – o restante da mídia, provavelmente, não se deu conta da importância – você tomou conhecimento da íntegra (AQUI) da nota divulgada ontem pela Reitoria da UFSM, a propósito do contingenciamento orçamentário que retira, ainda que provisoriamente, um terço das verbas da instituição – o que vai impor cortes, por exemplo, em obras e outras despesas, inclusive diárias e participação em congressos, por parte dos docentes e servidores e alunos.

Bueno, e hoje surge a primeira reação. Ela chega através de nota da Seção Sindical dos Docentes da UFSM e você tem os detalhes no material produzido pela assessoria de imprensa da entidade. O texto é de Fritz R. Nunes, com foto de Arquivo. Acompanhe:

Sedufsm repudia cortes do governo e cobra posição dos reitores

A diretoria da Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm) divulgou nota nesta quarta, 25, através da qual repudia os cortes que o governo federal anunciou para o orçamento do país, em especial no setor de educação, pasta da qual estão sendo subtraídos R$ 7 bi, que já causam atrasos no pagamento de bolsistas, de funcionários terceirizados, entre outros problemas. O sindicato também critica a postura tímida dos reitores frente ao quadro conjuntural imposto pelo ajuste fiscal governo.

Na avaliação da diretoria da Sedufsm, “causa espanto” a posição “resignada” da atual gestão da UFSM no momento em que comunicou, na terça, 24, em nota no site da instituição, os ajustes (cortes e aperto nos cintos) que estão sendo exigidos pelo governo, e que foram informados de forma passiva pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais (Andifes).

Diz a nota da Sedufsm que “readequar o planejamento de gastos da instituição às contingências sobre as quais não tem controle é, por certo, tarefa de qualquer gestor com um mínimo de compromisso institucional; todavia, reduzir a função de gestor ao controle do aparato administrativo e silenciar diante das graves ameaças que afrontam a universidade pública brasileira, representa uma atitude em descompasso com a confiança e a expectativa depositada pela comunidade universitária na escolha democrática e autônoma dos seus dirigentes…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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