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PARTIDOS. Grupo de Pozzobom rejeita possibilidade de acordo e comando do PSDB será disputado no voto

Juliano Soares (e Marchezan) concorre…
Juliano Soares (e Marchezan) concorre…

Primeiro, a convenção municipal dos tucanos seria no dia 15. Era pouco tempo para viabilizar algum tipo de acordo entre os grupos em que se divide o PSDB santa-mariense. De um lado, majoritário, o conjunto de apoiadores de Jorge Pozzobom, deputado estadual. De outro, em busca de melhores dias internos, os que têm como líder Nelson Marchezan Júnior, deputado federal.

Depois, por força de uma decisão nacional dos tucanos, em apoio aos protestos que, se depender do PSDB, redundariam no afastamento de Dilma Rousseff, marcado para o mesmo dia 15, a convenção foi adiada para 10 de maio. Como resultado objetivo, restou mais tempo para uma tentativa de acordo. Que, diga-se, é muito mais do grupo de Marchezan, que quer mais espaço no partido, do que de Pozzobom, bastante faceiro com o domínio que exerce nas instâncias tucanas locais.

Só que…

… contra Alexandre Lima (e Pozzobom)
… contra Alexandre Lima (e Pozzobom)

De um lado, a movimentação do dia 15, pelo menos no Rio Grande, está com um problema sério. A Operação Lava Jato varreu do horizonte da credibilidade o maior dos partidos engajados nela, o PP. De outro, o grupo de Pozzobom decidiu que não é uma boa ideia fazer um acordo. Entende que terá a quase totalidade dos votos na convenção e, então, “pra que acordo?”

O editor não sabe se isso já foi comunicado ao outro lado. Mas pode afirmar, com base no que ouviu nas últimas horas de um importante tucano: “eles querem 20%? Então que busquem nas urnas”. Pooois é.

Ah, a pretensão do grupo que terá Juliano Soares como candidato a presidente é, mais que passar dos 20% mínimos, capazes de lhe garantir lugar no Diretório Municipal, chegar aos 40% – com o que poderiam ter integrantes na Executiva.

De outra parte, o candidato a reeleição, Alexandre Lima, embora não tenha sido fonte do editor, com certeza vai ao encontro do que pensa Pozzobom e, a menos que uma movimentação forte, e hoje não percebida, ocorra, deve ser reconduzido ao cargo e liderar as discussões para 2016. Inclusive sobre alianças. E sem o grupo de Marchezan por perto.

Será?

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