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PARALISAÇÃO. “Dia Nacional” teve ato na Praça Saldanha Marinho. Mas quase nada de paralisação

Ato no centro da cidade, com sindicalistas. Paralisação, mesmo, foi bem reduzida
Ato no centro da cidade, com sindicalistas. Paralisação, mesmo, foi bem reduzida

Definitivamente, se depender do que aconteceu nesta sexta-feira, mobilização é artigo em falta na classe trabalhadora santa-mariense. Convocado por centrais sindicais, o dia teve quase nada de paralisação – só na UFSM, e ainda assim parcial, ao que se tem notícia, e quem sabe nalgum outro ramo isolado.

Ainda assim, os sindicalitas, que participaram de ato realizado na Praça Saldanha Marinho, procuraram dar um tom otimista a sua manifestação, conforme se deduz do relato originalmente publicado pela assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm). O texto e a foto são de Bruna Homrich. A seguir:

Santa Maria tem ato em Dia Nacional de Paralisação

Diversas categorias de trabalhadores reuniram-se para um ato na manhã desta sexta-feira, 29, na Praça Saldanha Marinho, em Santa Maria. Acompanhando o calendário nacional traçado pelas principais centrais sindicais do país, entidades, sindicatos e movimentos sociais da cidade organizaram-se para marcar a data, denominada como Dia Nacional de Paralisações. Desde as 9h até início da tarde, houve concentração na praça central, onde ocorreram ações de panfletagem e falas que buscaram dialogar com a população acerca das investidas que vêm sendo feitas pelo governo federal contra os direitos dos trabalhadores.

Desses ataques, alguns ganharam destaque, como o Projeto de Lei (PL) 4330 (agora PLC 30/2015), das terceirizações, e as Medidas Provisórias (Mp’s) 664 e 665, que restringem o acesso a direitos como seguro-desemprego e abono salarial. Além disso, outras pautas específicas das categorias engrossaram a mobilização, a exemplo dos professores estaduais, que denunciam a negligência do governo de José Ivo Sartori (PMDB).

Na avaliação de Paulo Sérgio Weller, professor municipal e dirigente da CSP-Conlutas em Santa Maria, diz que a mobilização é um desdobramento das ações que vêm tramitando no Congresso Nacional e que retiram direitos dos trabalhadores. “Esse dia 29 é de defesa da pauta dos trabalhadores para desenvolver uma luta política, enfrentar esse congresso conservador e reverter as ações que estão sendo feitas nesse fórum. Nós saudamos esse movimento como sendo um processo de unidade da classe e a CSP-Conlutas está junto instrumentalizando essas ações”, avalia.

Gilmar Veroni Paim é diretor do Sindicato das Indústrias da Alimentação de Santa Maria e integrante da CUT-RS. Para ele, o ato desta sexta-feira foi positivo, pois congregou sindicatos, movimentos sociais e partidos políticos. “Que o trabalhador possa entender o que significam essas MP’s que estão tentando colocar ‘goela abaixo’. Acredito que o trabalhador tem que ter mais informações porque essas medidas são passadas de forma distorcida pela mídia. Acho que o movimento começa por aqui”, opina Paim, ressaltando que a composição deste ano da Câmara dos Deputados é uma das mais conservadoras já vistas na política nacional…”

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