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CONJUNTURA. Carlos Costabeber e o conselho para que a crise política e econômica não se torne desânimo

“…de que esse é o momento para se “virar o jogo”, e de ganhar musculatura para abocanhar a bonança que advirá no futuro.

Já a segunda observação adveio de uma viagem pela Campanha Gaúcha, onde, apesar das dificuldades geradas pelo clima, os produtores rurais estão trabalhando dia e noite para terminar o plantio. Ali está o Brasil “que dá certo”; ali está a pujança do agronegócio, que tem permitido que o Brasil se mantenha vivo economicamente. Nós, empresários que trabalhamos junto aos homens do campo, somos privilegiados, comparando com o que está acontecendo nos grandes centros urbanos. Enquanto aqui podemos manter uma expectativa positiva, as metrópoles estão mergulhadas numa crise econômica como jamais visto…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “Esqueçam Brasília!”, de Carlos Costabeber – graduado em Administração e Ciências Contábeis pela UFSM (instituição da qual é professor aposentado), com mestrado pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, com especialização em Qualidade Total no Japão e Estados Unidos. Presidiu a Cacism, a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Associação Brasileira de Distribuidores Ford. É diretor da Superauto e do Consórcio Conesul.

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Um Comentário

  1. "Existem ainda outras facetas que fazem parte da cara (e da expressão) do país. Sarcástico, Lima Barreto termina seu texto em tom de desabafo: “Tenazmente ficamos a viver, esperando, esperando… O quê? O imprevisto, o que pode acontecer amanhã ou depois; quem sabe se a sorte grande, ou um tesouro descoberto no quintal?”. É a essa mania nacional de procurar pelo milagre do dia, pelo imprevisto salvador, que o historiador Sérgio Buarque de Holanda, em seu clássico livro Raízes do Brasil, de 1936, chama de “bovarismo”. […] Já Buarque de Holanda afirma que o conceito se refere a 'um invencível desencanto em face das nossas condições reais'.[…]O termo tem origem na famosa personagem Madame Bovary, criada por Gustave Flaubert, e define justamente essa alteração do sentido da realidade, quando uma pessoa se considera outra, que não é. O estado psicológico geraria uma insatisfação crônica, produzida pelo contraste entre ilusões e aspirações, e, sobretudo, pela contínua desproporção diante da realidade. Imagine-se, contudo, o mesmo fenômeno passado do indivíduo para toda uma comunidade, que se concebe sempre diferente do que é, ou aguarda que um inesperado altere a danada da realidade. Segundo Holanda (e Barreto), brasileiros teriam um quê de Bovary.[…] 'Bovarismo' serve, ainda, para nomear um mecanismo muito singular de evasão coletiva, que nos permite recusar o país real eimaginar um Brasil diferente do que é — já que esse não nos satisfaz e, pior, nos sentimos impotentes para modificá-lo." in Brasil, uma biografia de Heloisa Starling e Lilia Schwarcz.

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