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SEGURANÇA. Vereadores vão em busca do apoio de Schirmer para emplacar a lei de vigilância em bancos

Para os vereadores que formam a comissão especial, vigilância armada 24 horas nos bancos é uma garantia de mais segurança

Por MAIQUEL ROSAURO (texto e foto), da Equipe do Site

Os vereadores Jorge Trindade (Rede), o Jorjão; João Ricardo Vargas (PSDB); e Alexandre Vargas (PRB) estão empenhados em fazer o prefeito Jorge Pozzobom (PSDB) reconsiderar o primeiro veto realizado em seu governo. Os três parlamentares formam a comissão especial que trata da contratação de vigilância armada 24 horas em agências bancárias públicas, privadas e cooperativas de crédito em Santa Maria.

O projeto de lei 8419/2016, de autoria de Jorjão, havia sido aprovada na Casa em 28 de dezembro. Contudo, o prefeito vetou a proposta no início deste ano porque a Procuradoria Geral do Município (PGM) entendeu que a inciativa fere a Constituição. Em 21 de março, a Câmara aprovou o veto de Pozzobom.

Na tarde dessa quarta (21), a comissão se reuniu para tratar do tema e contou com a presença do presidente do Sindicato dos Vigilantes de Santa Maria, Luiz Airton Côrrea Lucas.

“Ainda vai acontecer uma tragédia devido a covardia de não aprovarem esta lei”, acentua Lucas.

Conforme Jorjão, que preside a comissão especial, a mesma proposta foi sancionada em outros 58 municípios. Porém, sofre em sua aplicabilidade devido, sobretudo, a ações na Justiça movidas pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).

“Vamos até o secretário estadual de Segurança, Cezar Schirmer (PMDB), para que ele nos dê um documento indicando que é favorável ao projeto. Desta forma, esperamos sensibilizar o prefeito Pozzobom”, explica Jorjão.

Também existe a expectativa de que Schirmer proponha a criação de uma lei estadual que garanta vigilantes armados por 24 horas nos bancos. Enquanto isso, a proposta de lei municipal sofrerá pequenos ajustes antes de ser protocolada novamente na Câmara.

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2 Comentários

  1. Não interessa a opinião de Xirmer (vai concordar, tira o dele da reta), lei estadual ou número de municípios com leis locais. Responsabilidade pela segurança é dos estados e não é privatizando que soluciona o problema.

  2. Só dando risada. Sindicato dos vigilantes quer criar mais empregos para a categoria. Deve haver brigadianos aposentados interessados na lei também. Quem já viu um carro forte entregando malote notou que o armamento mais pesado a vista é uma escopeta. Evita que alguém armado com um revólver ou uma faca assalte o veículo. Só que a bandidagem está armada de fuzil hoje em dia. Logo, colocar dois ou três vigilantes armados com .38 vai adiantar nada. Vai aumentar custos e não vai resolver o problema.

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