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HISTÓRIA. Uma chance para conferir dois livros que têm o Brasil e as grandes guerras como protagonistas

Da Assessoria de Imprensa das Edições Besouro Box, com imagem de Divulgação

2017 é um ano especial para os brasileiros aficionados pelas Grandes Guerras. Em agosto, completam-se 75 anos do ingresso do Brasil na Segunda Guerra Mundial, após a carnificina levada a cabo pelo submarino nazista U-507, que afundou cinco navios e deixou mais de 600 mortos na costa do Nordeste. Já em outubro, celebram-se os 100 anos da entrada do país na Primeira Guerra, ocorrida após o ataque do submarino alemão U-93 ao navio brasileiro Macau, na costa europeia.

Para marcar a ocasião, a Edições Besouro Box acaba de lançar a caixa especial “Submarinos”, que inclui os livros “U-93 – A Entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial” e “U-507 – o Submarino que Afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial”. De autoria do jornalista Marcelo Monteiro, as obras narram os acontecimentos que culminaram com a participação brasileira nas Grandes Guerras.
Com tiragem limitada e especial, o box “Submarinos” está à venda no site da Edições Besouro Box (besourobox.com.br), ao preço de R$ 89. O frete grátis para todo o Brasil.

SAIBA MAIS

U-93
Páginas:
320
Prefácio: João Barone, músico, escritor e aficionado por guerras
Sinopse: a obra conta o processo que levou ao envolvimento do Brasil na Grande Guerra, em 1917, três anos após o começo do conflito. O incidente que obrigou o então presidente Wenceslau Escobar a declarar beligerância à Alemanha foi o afundamento do navio Macau, com o sequestro do comandante, Saturnino Furtado de Mendonça, e do taifeiro, Arlindo Dias dos Santos, que nunca mais foram vistos. À época, o desaparecimento dos marinheiros brasileiros gerou grande revolta popular contra os imigrantes germânicos em todo o país.

U-507
Páginas:
284
Prefácio: Luis Fernando Verissimo, escritor, cronista e músico
Sinopse: entre os dias 15 e 17 de agosto de 1942, o submarino alemão U-507 torpedeou cinco navios brasileiros na costa nordestina, entre Sergipe e Bahia, deixando um total de 607 mortos. O Brasil, que até então se declarava neutro, de repente se viu obrigado a abandonar a posição de não beligerante. Diante da revolta da população, que saiu às ruas em protesto, depredando estabelecimentos pertencentes a imigrantes alemães, italianos e japoneses, o presidente Getúlio Vargas declarou guerra ao Eixo poucos dias depois.

O autor
Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem 24 anos de carreira como jornalista. Começou em 1993, como editor de Esportes do jornal A Razão. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia, Brasil Sustentável, Diário de S.Paulo e Correio Braziliense. Atualmente, é editor no jornal Zero Hora, em Porto Alegre.

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