LÁ DO FUNDO. Nervosismo na UFSM, partidos se mandam, Fabiano no (P)MDB?, tucanos em ebulição

LÁ DO FUNDO. Nervosismo na UFSM, partidos se mandam, Fabiano no (P)MDB?, tucanos em ebulição

– Dos grandes partidos cooptados por José Ivo Sartori lá no início do governo, só o PP permanece no barco governista, na antessala da eleição de 2018.

– Mesmo os pepistas, porém, sinalizam com a possibilidade de ir para a “independência” já no início do ano, se valer a pressão que começa a ser feita por Luiz Carlos Heinze, que jura ser pretendente ao Palário Piratini, com apoio majoritário do partido.

– Dos outros maiores, o PDT, escorado na pré-candidatura Jairo Jorge, se mandou em meados deste 2017. E agora, no finzinho, é a vez do PSDB, que mantém o nome de Eduardo Leite em evidência.

– Mesmo com o PP, ali-ali, e a desde o início independência do PTB, sobram os apoios formais do PMDB e do PSD (partido do vice CAiroli) e o PSB, que se juntou mesmo ao peemedebismo.

– Por sinal, que foi aquilo da “notícia” de Fabiano Pereira saindo do socialismo de Beto Albuquerque para aderir de mala e cuia ao (P)MDB? Foi plantação (que isso foi óbvio) de quem?

– O fato é que, saído do PT não faz tanto tempo, Fabiano garantiu, numa frase apenas, que a informação surgida em blogue da capital “não procede”.

– Como, e 30 e tantos anos de experiência ensinaram isso, quase nada é de graça, mesmo a notícia equivocada, uma pergunta é inevitável: quem foi (ou foram) o que quis prejudicar Fabiano Pereira? Se é que houve prejuízo.

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Na foto de Mariana Flores (Divulgação), o reitor Paulo Burmann, e o com certeza no primeiro escalão, o vice Luciano Schuch. E os outros?

– São evidentes os sinais de nervosismo no campus da UFSM. E não são os da semana passada, que antecederam à nomeação, enfim confirmada, de Paulo Burmann para novo mandato para a reitoria.

– Agora, com a data e horários definidos (4 de janeiro, 10 e meia da manhã), a preocupação se volta para quem vai continuar em posto de primeiro escalão. E que, sobretudo, sairá.

– Diz-se que os beirando a aposentadoria são os únicos a sair. Mas há quem diga que o conceito de “beirando” pode ser elástico o suficiente para caber mais gente que o esperado. A conferir.

– Por sinal, e falando em UFSM, o MATERIAL produzido pela assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes, comprovado por documentação, que indica a posição de cobrança por cursos de especialização, tem tudo para ser explosivo.

– Enfim, o que já se tentou fazer, por enquanto sem êxito, pode estar chegando agora, com guarida oficial: uma forma adicional de financiamento da instituição, a partir do pagamento de mensalidades, mesmo que de uma forma restrita. Por enquanto.

– A par da eleição para direção da Câmara, que merecerá a devida análise interna da sigla, os tucanos da comuna se veem às voltas com uma necessidade até aqui meio que deixada de lado.

– Sim, é impossível adiar muito mais a definição acerca de quem concorre pelo PSDB no pleito proporcional de 2018. Com Marcelo Arigony aparentemente fora da disputa, há duas vagas a preencher.

– Quem vai atrás do espólio eleitoral de Jorge Pozzobom, especialmente à Assembleia Legislativa? Diz-se que Admar Pozzobom teria a maioria. Diz-se. Mas há quem aposte em Juliano Soares.

– E para a Câmara dos Deputados? Sem Arigony, João Ricardo Vargas estaria sozinho (se quisesse, claro, pois a preferência é pela Assemblaia) na disputa, com João Chaves correndo por fora.

– Certo, certo meeeesmo, é que a dobradinha não pode demorar. Sob pena do fiasco eleitoral que poderia comprometer bem mais que as candidaturas individuais ao parlamento.

– Em tempo: embora possa se constituir em frase bem-intencionada, a história CONTADA  por Admar ao repórter do site, Maiquel Rosauro, pouco antes do Natal, é muito bonita. Mas que não vale muito no dia-a-dia da política.

– Disse o edil: “O que for definido dentro do partido será acatado por todos. Se ocorrer uma disputa interna, eu abro mão de concorrer”. Impressão claudemiriana: nem Admar acredita nisso.



1 comentário

  1. Ignez Andrade

    A truculência assume formas mais discretas quando os pre-aposentados são “convidados” a se retirar, afinal é hora de negociar o tomaladacá de votos por cargos dos apoiadores. O ano nem virou e o empreendedorismo já mostrou as caras na universidade pública, gratuita e de qualidade… já existe taxa extra de limpeza no uso dos espaços internos pela própria comunidade universitária, daqui a pouco terá a taxinha da rematrícula, pra sentar na grama, pra fazer o exame…

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