“…Nenhuma mulher nasce descontruída. Falo por mim. Deveria ser imparcial, mas não há como não me colocar em um texto que toca justamente num assunto da qual faço parte. Eu e toda e qualquer mulher, independentemente de cor, nacionalidade ou classe social. Se hoje eu tenho o direito de votar, por mais que seja difícil escolher um candidato nestes tempos tão sombrios, é porque outras, antes de mim, foram à luta.
Eu também terei de ir e minhas filhas e netas idem. Por outras causas, de outros modos, mas nunca quietas. Se As Sufragistas fizer uma mulher repensar sua condição e abandonar a zona de conforto, já é o suficiente para chama-lo de bom filme. Arte também é para…”
CLIQUE AQUI para ler a íntegra de “O primeiro grito”, de Bianca Zasso. Nascida em 1987, em Santa Maria, Bianca é jornalista e especialista em cinema pelo Centro Universitário Franciscano (UNIFRA). Cinéfila desde a infância, começou a atuar na pesquisa em 2009. Suas opiniões e críticas exclusivas estão disponíveis todas as quintas-feiras.
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