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TRABALHO. Santander da Medianeira fechado pelos sindicalistas bancários. Saiba os porquês do protesto

Bancários de SM paralisam a agência do Santander da Avenida Medianeira: o protesto dos sindicalistas aconteceu em todo o país

Por MAIQUEL ROSAURO (texto e foto), da Assessoria de Imprensa do Sindicato dos Bancários

A agência do Santander da Avenida Nossa Senhora Medianeira, em Santa Maria, está paralisada pelos bancários nesta quarta-feira (31). O protesto irá durar até as 16h, porém, os caixas eletrônicos de atendimento automático estão liberados aos clientes.

A atividade, apoiada pelo Sindicato dos Bancários de Santa Maria e Região, também ocorre por todo o país nesta quarta. O ato acontece porque o banco implantou medidas que prejudicam os trabalhadores sem ter realizado uma consulta prévia com os funcionários e representantes sindicais. Em 20 de dezembro, já havia ocorrido protesto semelhante na agência Centro do Santander, na Rua do Acampamento.

O banco implantou um sistema para forçar a assinatura de um Acordo Individual de Banco de Horas Semestral, considerado pelo Movimento Sindical como inconstitucional. Além disso, sem nenhuma negociação, o Santander informou a alteração do dia de pagamento dos salários, do dia 20 para o dia 30, e os meses de pagamento do 13º salário, antes março e novembro, agora passam a ser maio e dezembro.

“Com a nova Reforma Trabalhista, o Santander também não está mais realizando no Sindicato a homologação dos funcionários que estão saindo do banco. Essa atitude prejudica os trabalhadores, pois na entidade temos os carimbos de ressalvas, que permitem ao trabalhador entrar na Justiça caso entenda que algo não esteja correto”, explica o diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários, Claudenir Freitas.

A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários tem vigência até 31 de agosto de 2018. No Santander há também um Acordo Aditivo que contém cláusulas econômicas e sociais específicas, que asseguram aos funcionários do banco espanhol conquistas que vão além daquelas previstas para toda a categoria bancária na CCT.

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5 Comentários

  1. Os funcionários precisam dos “caraminguados” de milhões de clientes porque esses sustentam os empregos que ainda existem. Se os “caraminguados” se mudarem para outros bancos, agências vão fechar e muitos funcionários irão para a rua, inclusive pode estar na lista o seu João.

    O dia do pagamento está dentro da lei, aliás, e mesmo com a mudança continuam recebendo num dia muito favorável e antes que milhões de trabalhadores, que só recebem no mês seguinte. Adiar em um mês o décimo terceiro e estando dentro da lei é motivo de greve? Quem paga é o dono da empresa, paga quando quiser. Se quiser pagar o décimo uma vez por ano, dentro do prazo da lei, pode. Repito, estão fazendo greve por pouco e ainda prejudicando os clientes. Se clientes desaparecem, empregos também somem.

  2. Dando risada. Blog está tão importante que o dono do Santander não está comentando, está dispensando clientes! Não gostou do meu “buteco” pode comprar no dos outros! Desqualificação diz muito.

  3. Jorge tu tens o direito de opinar, entretanto, se você é dos que só entra no banco para sacar uns caraminguados, deixa de ser cliente, até por que o banco não precisa dos seus caraminguados.
    Quanto ao dia de pagamento ter mudado, faz o seguinte: chega e diz pro teu patrão, se é que você trabalha, ‘EU QUERO MUDAR O DIA DO MEU PAGAMENTO, aí vais entender o que essa mudança significa para os bancários, que a muito, mas muito tempo recebe neste calendário e, assim programou a sua vida econômica, por que a social/lazer está muito difícil de os bancários desfrutarem.
    Igualmente, acho que você deveria criar um site, assim poderá (sic) defender as suas ideias com unhas e dentes.

    Em tempo, posto as minhas observações e assino, não fico escondido por apelidos.
    atenciosamente,

    João Moscato

  4. E que grande problema foi o banco mudar os meses de pagamento do décimo terceiro? Continua dentro da lei.

    Como complicam. Vão receber nesses dias de greve por esses motivos? Aliás, esses sindicatos vão fazer o que quando os bancos tiverem uma soma mínima de funcionários?

  5. Um carimbo de ressalva como desculpa de greve é de rir. Se há direito real legal que não foi cumprido, o caso é facilmente levado a um juiz de trabalho que vai mandar pagar. O juiz nunca vai dizer.. “falta o carimbo de ressalva, não vou decidir pelo direito, você se ferrou”.

    Gostaria eu de ter um acordo individual de banco de horas na empresa onde trabalho. Cada caso é um caso. Com gerente é uma coisa, com portaria é outra coisa. O acordo individual dá a devida contextualização, particularizando a função.

    Mas no Século XVIII (18, estou chamando a atenção) que estamos …. k k k .. somos todos operários-padrão e a particularidade não deve funcionar, não é?

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