TUCANOS. Prazo de desincompatibilização atrapalha e deixa indefinidas trocas no 1º escalão da Prefeitura

TUCANOS. Prazo de desincompatibilização atrapalha e deixa indefinidas trocas no 1º escalão da Prefeitura

TUCANOS. Prazo de desincompatibilização atrapalha e deixa indefinidas trocas no 1º escalão da Prefeitura - tucanos-1

Vargas, Soares, Domingues e Lima: ao menos três deles mudariam de posição, mexendo inclusive na bancada. Mas a eleição complicou

O site já noticiou, ainda no início deste mês (AQUI), que estão por acontecer mudanças no primeiro escalão da Prefeitura. Mais: informou que há, no núcleo decisório do PSDB do Centro Administrativo, a ideia de tornar vereador o secretário de Meio Ambiente, André Domingues, ele que é segundo suplente da bancada tucana.

A questão eleitoral, porém, e a não definição de quem concorre, pelo PSDB santa-mariense, no pleito proporcional, complica qualquer decisão e não está fora de cogitações que tudo permaneça como está.

Para promover a mudança, um vereador do PSDB teria que virar secretário, abrindo uma segunda vaga no parlamento (a primeira é utilizada por Lorena Santos, por conta da presença de João Chaves no secretariado).

Ocorre que os titulares João Ricardo Vargas (líder do governo), Juliano Soares e Admar Pozzobom podem (e dois deles talvez sejam) concorrer à Assembleia ou à Câmara dos Deputados. E, portanto, não serão secretários. Sem falar que Chaves, se concorrer, terá que retornar ao parlamento, desalojando Lorena Santos. Ela, inclusive, pode virar secretaria no lugar do mesmo Chaves.

Enfim, complicou a situação. Ao ponto de a tendência é continuar tudo como está, no primeiro escalão, ressalvada a possibilidade de João Chaves concorrer a deputado e voltar ao Legilativo, saindo a pastora  Lorena – pelo menos do Legislativo.

A equação terá que ser resolvida no máximo em fevereiro. Não há como escapar. No mínimo em relação à escolha dos concorrentes do PSDB santa-mariense ao pleito proporcional de outubro.

EM TEMPO: a indefinição no tucanato deixa nervosos também os partidos aliados, que podem ter sua posição ampliada ou reduzida com as modificações, que mexeriam também com a Controladoria Geral, hoje a cargo de Alexandre Lima, da estrita confiança do prefeito Jorge Pozzobom, e que também é coringa na possibilidade de trocas no primeiro escalão.



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